quarta-feira, 7 de abril de 2010

As mulheres que eu amo

Amo duas mulheres com toda a força de meu coração. Uma amei bem antes. Amor tresloucado, quase infantil, meio egoísta, vivenciado quando era bem jovem. Amei-a apaixonadamente desde o instante em que a vi. Ao tocá-la, as noites se camuflavam em dias belamente iluminados. A outra, já bem mais velha, resultou num afeto açucarado. Amor meloso, cheio de dengos, de afagos sem medidas. Descaradamente! Amor reproduzido em chamas que se alastraram contaminando a todas as pessoas com quem convivo.

Será que pode haver barreiras, preconceitos para um amor tão intenso assim?

Não! Não é o que vocês podem estar pensando.

Não tenho nenhum distúrbio comportamental. As mulheres a quem dedico tamanho afeto são sangue de meu sangue, entes tecidos nas tramas de muita afetividade e doce espera.

A primeira grande mulher de minha vida foi a minha filha. A segunda? Só poderia ser a minha neta.


Aqui as duas desfrutam férias em Itapema


As garotas mais lindas da praia só poderiam ser elas...

A Marianna fica linda sob qualquer ângulo, não?

É para declarar a elas, mais uma vez, a enormidade dos meus sentimentos sempre ascendentes que dedico a canção abaixo. Com uma ressalva, porque o RC não sabia que são duas as mulheres que eu amo.

2 comentários:

  1. Nossa...que lindo!!
    Mas tenho certeza que todo esse amor que está escrito aí, ainda é pouco, bem pouco, em relação ao realmente sente nosso coração. Aquele amor puro, amor sincero, AMOR com todas as letras!
    É por isso que para mim AMOR é a palavra mais bonita do vocabulário, AMOR esse que tu minha mãe me ensinou a sentir!
    Te amo! te amo! te amo!
    Amor esse que sinto por minha filha....incondicional...é muiiiito pouco, na verdade é TUDO!!!

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  2. Oi, filhinha:
    O amor que sinto por ti, pela Marianna e pelos guris é tanto que não me contenho: lavo a alma neste blog. Não o extravaso em relação aos teus irmãos porque homem não gosta dessas coisas, ou seja, desse lava coração tão descarado assim e pela internet. (Cá entre nós, a Marianna é o mais significativo exemplo de como é BOM amar assim, não?) E ser mãe, realmente, é "sofrer no paraíso". Ser avó é transformar-se em Adão e Eva e continuar usufruindo, sozinha, de um paraíso tendo como céu algodão doce (aquele que adoravas e era comprado na rua, lembras?) e o chão repleto de balas de coco puxa puxa (que eu adoooooro!).

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