sábado, 31 de julho de 2010

Primeiro aninho da Marianna 2

Havia tantos recantos, detalhes, enfeites, balões, bonecas, brinquedos na festa da Marianna, que é impossível mostrar tudo em uma só postagem. Nesta de hoje, aparecem coisas que nem eu vi. Só percebi a beleza da composição da festa através das fotos.

Nesta lounge, os convidados da Marianna vinham conversar

Pai, mãe e filha antes dos "parabéns a você"

A Marianna não parece uma linda boneca?

Marianna no lounge

Upa cavalinho!

Mesa para o lanche da aniversariante e convidados

Detalhe da mesa principal

Mesa do cafezinho

Olhem o cuidado com os detalhes!

Esses docinhos são divinos e lindos! Para degustar melhor o excelete café.

Lembrancinhas

Higienizador de ambiente: "Cheirinho da Marianna"

Voltarei com os quitutes. Verdadeiro show! Dava pena de comer: lindos, lindos!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Primeiro aninho da Marianna 1

No dia 24 de julho a minha neta, a Marianna, completou um aninho. Para celebrar data tão significativa, seus pais, Daniella e Cesar, ofereceram-lhe uma festa belíssima. Um verdadeiro conto de fadas como vocês poderão perceber pelas fotos. Não há necessidade de tecer maiores comentários. As imagens servirão como testemunho de tamanha beleza e criatividade. Irei apresentando a festa aos poucos, porque este blog anda meio doido e custa a receber determinadas imagens.

Entrada ao salão da festa

Chegada da Marianna com seus pais. (Olhem a beleza da garotinha! E dos pais dela!)

Não parece uma princesa? (A mamãe dela continua sendo a minha rainha!)

Primeira visão quando entrei n o "Mundo encantado das bonecas".

Mesa principal

Painel sobre a mesa principal

Voltem aqui amanhã para se encantarem com a boneca mais linda do mundo: a Marianna e mais delalhes desta festa de sonhos.

Psiu!
Para visualizarem melhor as fotos, basta dar um clique sobre elas que, num espaço novo, aumentam de tamanho. Vale a pena perceberem melhor os detalhes...

terça-feira, 27 de julho de 2010

Treze, número do azar?!

Como sou agnóstica, só acredito nas coisas boas da vida e o número 13 jamais representou nenhuma ameaça ao meu jeito de viver. É um dia como qualquer outro e já vivenciei magníficos momentos em sexta-feira 13, portanto...

Todavia, há pessoas que se regem por promessas a santos, horóscopos, tarôs, numerologias, cartomantes e tantas outras formas de antever o futuro. Azar o delas que perdem tempo e dinheiro, quando deveriam acreditar em sua própria e mágica capacidade de sobrevivência.

Questionada por e-mail, o que achava do número 13, pesquisei o que outros blogueiros escreveram sobre o assunto. A resposta mais interessante reproduzo abaixo.

"Todo mundo fala que o número 13 é o número do azar, do capeta! Por que o 13? Procurando por aí, encontrei várias explicações (cuja resposta nenhuma conseguiu me convencer ainda) e analisando-o pela numerologia, o número 13 é igual a 4 (1+3=4). Algumas respostas que eu encontrei:

- O número 13 representa o recomeço, já que é o número do sistema organizado e do término. Este número é o símbolo do determinado e particular, associado à finalização (benéfica).

Ele representa a chave do conjunto fechado (acabado, finalizado). É temido, pois tem a força de gerar algo bom ou ruim.

Para os judeus, o 13 indica a evolução ou o destino (em direção da morte ou da destruição, visto que este é um numero limitado, fazendo com que “todos os esforços sejam interrompidos”). Também é considerado um número marginal, que foge à regra, pois está relacionado com a iniciação.

O 13 representa a eterna escalada de Sísifo com o rochedo em direção ao alto da montanha. A décima terceira carta do Tarô é a Morte, estampada no número 13 e, nele, é considerada uma das cartas mais intrigantes.

O número 13 é negativo e fatalista para alguns; para outros, é um número de sorte. Sugere transformação, renovação e transmutação. Esta carta não significa, necessariamente, uma mudança negativa. Pode estar ligada a fatos agradáveis: casamento, nascimento, mudança para outro país. Mas é quase sempre o fim de uma antiga forma de vida."

Fonte: Blog das curiosidades

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Distância - Roberto Carlos

Posto este vídeo por sugestão de meu Anjo Número Dois. A música e a letra são belíssimas. Aproveito para fazer uma homenagem especial a todos os meus visitantes que perderam um grande amor, ou que foram separados pelas tramas do destino.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Amigos em baixa?


Tenho um amigo blogueiro chamado Eduardo Lara Resende, que escreve textos lindos em pretextoselr.blogspot.com. Não lhe pedi licença para copiar e colar a crônica que posto abaixo. Preservo os direitos autorais e os créditos. Creio que não ficará desgostoso comigo. (É uma singela homenagem que presto a ele e uma oficialização de que gosto muito de tudo o que escreve e de que sempre visito o seu blog).

O título do texto eduardiano é "Amigos em baixa?"

"Não pode ser só impressão. A vida parece cada vez mais de cabeça para baixo. Ou de ponta-cabeça. As alegrias deixam rastros cada vez menos visíveis, dificultando-nos seguir-lhes a pista. O amontoado de acontecimentos e informações que desagradam ou entristecem é farto e pontual. Basta ler os jornais. Se a maioria não lê jornal, então será suficiente assistir aos noticiários, andar pelas ruas, conversar com o vizinho ou trocar impressões em família. Notícia ‘boa’, quase que só na propaganda oficial.

Um velho editor de jornais costumava dizer, a título de consolo a quem se queixasse com ele, que bastaria pensar quantas pessoas não se levantariam a partir daquele dia. Tão radical quanto desnecessário, o raciocínio fica próximo a provérbio muito em uso no passado, segundo o qual o bom cabrito não berra. Na ilusão de se transformarem em 'bons cabritos', quantos jovens não terão engolido o berro e sufocado o pranto da indignação e da revolta diante da injustiça e da desigualdade? E, a partir do silêncio cruelmente imposto, quantos não terão se habituado a cultivar a baixa estima e a indiferença, a covardia e uma espécie de 'adesismo versátil' adaptando-se, sem senso crítico ou opinião própria, à situação do momento?


Queixas e protestos de hoje talvez reflitam não mais que os silêncios de ontem. A Saúde anda péssima, a Educação não fica atrás. A Política é indefinível, os políticos causam aversão. Polícia e Justiça são encaradas com reservas. E o futebol? A programação da TV? O trânsito e o custo de vida? Os impostos? Desalento, só.


Na tentativa de colorir rotina cinzenta, esforça-se para buscar no nada as tintas do que se apresenta como novidade. É então que inverter tudo passa a ser uma opção para inovar. Há algum tempo se decoram ambientes, para festas de final de ano, com árvores de Natal de cabeça para baixo. É também esta a posição das fotos de cães, em site direcionado a admiradores entediados e que – pode-se supor – gostariam de escapar da tal rotina, mas não sabem ainda como manter o Totó com as quatro patas para cima.


A ‘criatividade’ passa pela Arte de maneira geral (na música, Ana Lúcia Franco narra um bom exemplo em http://brasilhas.blogspot.com/ ) e chega à escrita, onde já se usam letras de cabeça para baixo. Até na fotografia existe grupo especializado em utilizar as câmeras exclusivamente voltadas para o solo.


Pode estar passando o momento de se rever juízos de valor. E como hoje se comemora a Amizade, então bem se poderia começar por ela, recolocando-a no justo pedestal que já ocupou. Porque, sem amigos verdadeiros, a solidão se apressa. Imensa e sem criatividade alguma."


Postado por Eduardo Lara Resende, in pretextoselr.blogspot.com

Comercial da Coca Cola

Adoro comerciais e quando são criativos, os meus olhos ficam em festa.
Assistam a este History Exam. Um show!




Psiu!
Se tiverem tempo, olhem os vídeos acoplados. São inteligentes e lindos!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

A velhice existe?


Recebi este texto de meu Anjo Número Dois. Achei-o lindo e me fez refletir sobre os constantes medos que me assaltam quanto mais me deparo com a passagem dos anos. Esse temor fundamenta-se visto que as atividades que exerço (palestrante e professora) "exigem" uma imagem (que adoraria) permanecesse irretocável ou, pelo menos, que não fira olhares mais atentos.

"Alguns de nós envelhecemos, de fato, porque não amadurecemos.

Envelhecemos quando nos fechamos às novas ideias e nos tornamos radicais.

Envelhecemos quando o novo nos assusta.

Envelhecemos também quando pensamos demasiado em nós próprios e nos esquecemos dos outros.

Envelhecemos se paramos de lutar.

Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o Tempo.

A vida só pode ser compreendida olhando para trás. Mas só pode mesmo ser vivida olhando para a frente.

Na juventude aprendemos; com a idade compreendemos…

Os homens são como os vinhos: a idade estraga os maus, mas melhora os bons.

Envelhecer não é preocupante: ser olhado como velho é que o é.

Envelhecer é mesmo uma Graça de Deus!

Nos olhos do jovem arde a chama, nos do velho brilha a luz.

Sendo assim, não existe idade, somos nós que a criamos. Se não acreditares na idade, não envelhecerás até ao dia da tua morte.

Pessoalmente, eu não tenho idade: tenho vida!

Não deixes que a tristeza do passado e o medo do futuro te estraguem a alegria do presente.

A vida não é curta; as pessoas é que ficam mortas tempo demais…

Faz da passagem do tempo uma conquista e não uma perda."

Estou pensando nessa última frase, meu querido Amigo!

Quanto a lutar, a olhar para frente e a pensar nos outros, venho exercitando essa arte, que considero de suma importância, há longo tempo. O que ainda almejo é continuar a ser uma árvore em que possa compartilhar sabedoria e afetividade como se fossem frutos e flores.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Dia do Amigo


Hoje é o dia do Amigo, essa pessoa tão especial que, muitas vezes, apavoro-me com medo de perdê-la. Neste dia, quero homenagear todos os meus Amigos pessoais e virtuais.

Os pessoais, por considerá-los seres iluminados e aos quais posso beijar, abraçar, contar sobre o trivial e o inusitado, roubar um precioso tempo de suas vidas só para lhes narrar um sucesso alcançado ou um deslize cometido.

Os virtuais, a esses, sim, devo prestar homenagem singular, porque, sem se rebelarem, recebem todo o tipo de mensagens, embora o cuidado em selecioná-las para lhes repassar. Quantos vezes, abarrotei as suas caixas de e-mails com textos que a mim sensibilizaram, mas que podem não ter significado absolutamente nada a eles.

Aos Amigos visitantes, que surrupiam parcelas de seu tempo para lerem o que posto e a imensurável alegria que me causam quando deixam comentários sob meus escritos, reafirmo a minha gratidão.

A todos, preciso reiterar o meu reconhecimento, sabendo que se encontram em algum lugar e que fazem parte de minha vida, por isso, posso afirmar que não tenho vivido em vão.

FELIZ DIA DO AMIGO!


segunda-feira, 19 de julho de 2010

PERGUNTA DEMOLIDORA


O homem está sentado no avião, ao lado de uma menininha. O cara olha a criança e lhe diz:

- Vamos conversar? Tenho certeza que a viagem parecerá mais rápida. O que você acha?

A menina, que acabara de abrir um livro para ler, o fecha lentamente e responde com voz suave:

- Sobre o que gostaria de conversar?

- Bom, não sei... - disse o homem. - Que tal física nuclear? - e mostra um grande sorriso.

- Bom.- diz a pequena - Esse parece ser um tema interessante. Mas, antes, gostaria de lhe fazer uma pergunta: o cavalo, a vaca e a ovelha comem a mesma coisa: capim, não é mesmo? Porém, o excremento da ovelha é um monte de pequenas bolinhas, o da vaca é uma pasta e o do cavalo é um monte de pelotas secas. Por que o senhor acha que isto acontece?

O cara, visivelmente surpreso com a inteligência da menina, pensa durante uns momentos e responde:

- Hmmm, não faço a menor ideia.

E então, a menininha diz:
- Sinceramente, o senhor se sente qualificado para discutir física nuclear se não entende de bosta nenhuma?

A Marianna, a minha netinha, cuja foto postei aí em cima, está se revelando um geniozinho. Creio que vai longe...

domingo, 18 de julho de 2010

Maria Bethânia, a deusa da canção

Adoro Maria Bethânia. Sua interpretação magistral, remexe com emoções.
Concordam?

Um excelente domingo!




sábado, 17 de julho de 2010

DANIELLA, FELIZ ANIVERSÁRIO!


Filha mais linda e amada!

Se retirasse o brilho das estrelas, o mais harmonioso canto dos pássaros, o colorido de nossas flores prediletas e recolhesse do mais belo cancioneiro os termos mais bonitos, não encontraria as palavras que, realmente, reproduzissem o que sinto por ti e o quanto sou grata por teres nascido.

Por tudo o que representas em minha vida, roubarei os vocábulos desta linda canção para homenagear-te em teu aniversário, evidenciar o amor sem limites que sinto e a gratidão imensurável por seres a minha filha. Imagina que fui eu que compus esta melodia como um hino a celebrar o teu nascimento.

Imagina, também, que as letras da canção foram escritas por uma mãe apaixonada por um filha muito, mas muito especial: tu!
Feliz Aniversário!


Perguntas sem respostas? Já era...


ATÉ QUE ENFIM AS RESPOSTAS!

Um sociólogo, formado pela UERJ, fez uma coisa que poucas pessoas imaginam que um sociólogo pudesse ser capaz: responder perguntas! Sabe, aquelas perguntas bestas que algum desocupado fez circular na Net?

Pois é, outro desocupado, ou melhor, um sociólogo resolveu responder (ACREDITE)!!!

1. Porque laranja chama laranja e limão não chama verde?
PORQUE LARANJA VEM DO ÁRABE 'NARANDJA' E LIMÃO VEM DO PERSA 'LAIMUM': SÃO DE ORIGENS DIFERENTES. ALÉM DO MAIS, A COR RECEBEU O NOME DA FRUTA E NÃO O CONTRÁRIO.

2. Porque lojas abertas 24 horas possuem fechadura?
PORQUE ELAS FECHAM EM FERIADOS E DIAS SANTIFICADOS.

3. Porque 'separado' se escreve tudo junto e 'tudo junto' se escreve separado?
PORQUE 'SEPARADO' É UM ADJETIVO E 'TUDO JUNTO' É UM PRONOME INDEFINIDO ASSOCIADO A UM ADJETIVO.

4. Porque os kamikazes usavam capacete?(BOA !!)
PORQUE NO CÓDIGO DE HONRA DA AERONÁUTICA, O CAPACETE FAZ PARTE DO FARDAMENTO, QUE É A IDENTIDADE DA CORPORAÇÃO (E DANE-SE O QUE ACONTECE DEPOIS DA DECOLAGEM....).

5. Porque se deve usar agulha esterilizada para injeção letal em um condenado a morte?
PORQUE OS CONDENADOS A MORTE ESTÃO SOB A SUPERVISÃO DA ANISTIA INTERNACIONAL, QUE CONFERE AO PRESOS CONDIÇÕES HUMANITÁRIAS MÍNIMAS (E QUEM SABE A PENA NÃO PODE SER SUSPENSA NO ÚLTIMO MINUTO, E O ÚLTIMO PRESO FOR UM AIDÉTICO???)

6. Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para acertá-lo?
ELE FOI ACERTADO ÀS 12 HORAS, QUANDO O SOL ESTAVA EM PERFEITA PERPENDICULARIDADE COM A TERRA.


7. Como que os cegos sabem quando terminaram de se limpar quando estão no banheiro?
OS CEGOS TÊM A PERCEPÇÃO DO TATO MUITO MAIS AGUÇADA QUE OS QUE TÊM VISÃO, E ELES PERCEBEM QUANDO 'TUDO' ESTÁ OK!

8. Para que serve o bolso em um pijama ?? (Muito Boa)
PARA GUARDAR A DENTADURA, ESQUENTAR A MÃO ENQUANTO SE VÊ TELEVISÃO....

9. Porque os aviões não são fabricados com o mesmo material usado nas suas caixas pretas?
PORQUE A CAIXA PRETA É FEITA COM UM METAL DE ALTA DENSIDADE (MISTURA DE FERRO, DÊNIO, SÍLICA E TUNGSTÊNIO), E SE O AVIÃO FOSSE FEITO DESSE MATERIAL ELE NEM SAIRIA DO CHÃO, DE TÃO PESADO.

10. Por que o Pato Donald depois do banho sai com uma toalha em volta da cintura, se ele não usa short no desenho?
PARA QUE A ÁGUA DO BANHO NÃO ESCORRA PELO CHÃO, E A MARGARIDA NÃO FIQUE ENCHENDO O SACO DELE!

11. Se o super homem é tão inteligente, porque usa a cueca por fora da calça?
BEM... COISA DE VIADO, NÃO SE DISCUTE!!!

12. O Pluto e o Pateta são cachorros, certo? Por que o Pateta fala e o Pluto não?
PORQUE O PATETA PERTENCE A ESPÉCIE CANIS ERECTUS.

14. Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
POR EDUCAÇÃO (OU VOCÊ ACHA MELHOR FALAR: - 'VOCÊ QUER TRANSAR'..?).

15. Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?
POR UMA QUESTÃO DE ARQUÉTIPO: QUEM CRIOU OS FLINTSTONES NASCEU DEPOIS DE CRISTO.

16 . Por que os filmes de batalhas espaciais tem explosões tão barulhentas Se o som não se propaga no vácuo?
PORQUE AS EXPLOSÕES ACONTECEM DENTRO DAS NAVES QUE TÊM AR, E O SOM NASCE DA AÇÃO HIPERSÔNICA SOBRE A MATÉRIA DENSA, QUE SE DISSIPA LOGO DEPOIS.

17. Por que aquele filme com Kevin Costner se chama 'Dança com Lobos' se só aparece um único lobo durante toda história?
OS LOBOS ANDAM EM MATILHA E DEPOIS DO FILME AQUELE LOBO ENSINOU TODOS OS OUTROS A DANÇAR...

18. Se o vinho é líquido, como pode ser seco?
SECO É A PERCEPÇÃO DO TANINO DO VINHO SOBRE A PORÇÃO MEDIANA DA LÍNGUA, QUE TANTO PODE SER SUAVE OU ADSTRINGENTE (É COMO FALAR QUE O CONHAQUE 'ESQUENTA' NO FRIO).

19. Como se escreve zero em algarismos romanos?
EM ROMA NÃO SE CONHECIA O ZERO (POR ISSO AQUELE MONTE DE 'PAUZINHOS'). O ZERO FOI UMA INVENÇÃO DOS ÁRABES (AL GEBAR, ÁLGEBRA) QUE FOI TRAZIDA AO OCIDENTE PELOS MESMOS ROMANOS.

20. Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca? (Excelente!)
PORQUE O MAU DESEMPENHO DO CONTROLE PODE SER CAUSADO POR UM MAU CONTATO NAS TECLAS E É UM REFLEXO CONDICIONADO, COMO ACELERAR MAIS QUE NECESSÁRIO QUANDO SE ULTRAPASSA UMA CARRETA.

21. O instituto que emite os certificados de qualidade ISO 9000 tem qualidade certificada por quem? (Boa!)
PELO 'BUREAU VERITAS QUALITY INTERNACIONAL', QUE TEM NO SEU CONSELHO REPRESENTANTES DE VÁRIAS ENTIDADES QUE ATUAM NA ÁREA DE CERTIFICAÇÃO.. É UM MECANISMO REVERSO.

22. Por que quando você para no sinal vermelho, tem sempre alguém no carro do lado com o dedo no nariz?
E TEM COISA MELHOR PARA FAZER DURANTE O SINAL VERMELHO???

Eu adorei as respostas e vocês? Gostaram?

Quem me responde? Porque o 13 é considerado o número do azar?


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sobre o amor


Adoro qualquer texto de Ferreira Gullar. Sem grandes pesquisas, escolhi "Sobre o amor". Com pouco tempo para criar meus próprios escritos, expô-lo-ei aqui.

"Houve uma época em que eu pensava que as pessoas deviam ter um gatilho na garganta: quando pronunciasse — eu te amo —, mentindo, o gatilho disparava e elas explodiam. Era uma defesa intolerante contra os levianos e que refletia sem dúvida uma enorme insegurança de seu inventor. Insegurança e inexperiência. Com o passar dos anos a ideia foi abandonada, a vida revelou-me sua complexidade, suas nuanças. Aprendi que não é tão fácil dizer eu te amo sem pelo menos achar que ama e, quando a pessoa mente, a outra percebe, e se não percebe é porque não quer perceber, isto é: quer acreditar na mentira.

Claro, tem gente que quer ouvir essa expressão mesmo sabendo que é mentira. O mentiroso, nesses casos, não merece punição alguma. Por aí já se vê como esse negócio de amor é complicado e de contornos imprecisos. Pode-se dizer, no entanto, que o amor é um sentimento radical — falo do amor-paixão — e é isso que aumenta a complicação. Como pode uma coisa ambígua e duvidosa ganhar a fúria das tempestades? Mas essa é a natureza do amor, comparável à do vento: fluido e arrasador. É como o vento, também às vezes doce, brando, claro, bailando alegre em torno de seu oculto núcleo de fogo.

O amor é, portanto, na sua origem, liberação e aventura. Por definição, anti-burguês. O próprio da vida burguesa não é o amor, é o casamento, que é o amor institucionalizado, disciplinado, integrado na sociedade. O casamento é um contrato: duas pessoas se conhecem, se gostam, se sentem a traídas uma pela outra e decidem viver juntas. Isso poderia ser uma coisa simples, mas não é, pois há que se inserir na ordem social, definir direitos e deveres perante os homens e até perante Deus. Carimbado e abençoado, o novo casal inicia sua vida entre beijos e sorrisos. E risos e risinhos dos maledicentes.

Por maior que tenha sido a paixão inicial, o impulso que os levou à pretoria ou ao altar (ou a ambos), a simples assinatura do contrato já muda tudo. Com o casamento o amor sai do marginalismo, da atmosfera romântica que o envolvia, para entrar nos trilhos da institucionalidade. Torna-se grave. Agora é construir um lar, gerar filhos, criá-los, educá-los até que, adultos, abandonem a casa para fazer sua própria vida. Ou seja: se corre tudo bem, corre tudo mal. Mas, não radicalizemos: há exceções — e dessas exceções vive a nossa irrenunciável esperança.

Conheci uma mulher que costumava dizer: não há amor que resista ao tanque de lavar (ou à máquina, mesmo), ao espanador e ao bife com fritas. Ela possivelmente exagerava, mas com razão, porque tinha uns olhos ávidos e brilhantes e um coração ansioso. Ouvia o vento rumorejar nas árvores do parque, à tarde incendiando as nuvens e imaginava quanta vida, quanta aventura estaria se desenrolando naquele momento nos bares, nos cafés, nos bairros distantes.

À sua volta certamente não acontecia nada: as pessoas em suas respectivas casas estavam apenas morando, sofrendo uma vida igual à sua. Essa inquietação bovariana prepara o caminho da aventura, que nem sempre acontece. Mas dificilmente deixa de acontecer. Pode não acontecer a aventUra sonhada, o amor louco, o sonho que arrebata e funda o paraíso na terra. Acontece o vulgar adultério - o assim chamado -, que é quase sempre decepcionante, condenado, amargo e que se transforma numa espécie de vingança contra a mediocridade da vida. É como uma droga que se toma para curar a ansiedade e reajustar-se ao status quo. Estou curada, ela então se diz — e volta ao bife com fritas. Mas às vezes não é assim.

Às vezes o sonho vem, baixa das nuvens em fogo e pousa aos teus pés um candelabro cintilante. Dura uma tarde? Uma semana? Um mês? Pode durar um ano, dois até, desde que as dificuldades sejam de proporção suficiente para manter vivo o desafio e não tão duras que acovardem os amantes. Para isso, o fundamental é saber que tudo vai acabar. O verdadeiro amor é suicida.

O amor, para atingir a ignição máxima, a entrega total, deve estar condenado: a consciência da precariedade da relação possibilita mergulhar nela de corpo e alma, vivê-la enquanto morre e morrê-la enquanto vive, como numa desvairada montanha-russa, até que, de repente, acaba. E é necessário que acabe como começou, de golpe, cortado rente na carne, entre soluços, querendo e não querendo que acabe, pois o espírito humano não comporta tanta realidade, como falou um poeta maior. E enxugados os olhos, aberta a janela, lá estão as mesmas nuvens rolando lentas e sem barulho pelo céu deserto de anjos. O alívio se confunde com o vazio, e você agora prefere morrer.

A barra é pesada. Quem conheceu o delírio dificilmente se habitua à antiga banalidade. Foi Gogol, no Inspetor Geral quem captou a decepção desse despertar. O falso inspetor mergulhara na fascinante impostura que lhe possibilitou uma vida de sonho: homenagens, bajulações, dinheiro e até o amor da mulher e da filha do prefeito.

Eis senão quando chega o criado, trazendo-lhe o chapéu e o capote ordinário, signos da sua vida real, e lhe diz que está na hora de ir-se pois o verdadeiro inspetor está para chegar. Ele se assusta: mas então está tudo acabado? Não era verdade o sonho? E assim é: a mais delirante paixão, terminada, deixa esse sabor de impostura na boca, como se a felicidade não pudesse ser verdade. No entanto o foi, e tanto que é impossível continuar vivendo agora, sem ela, normalmente. Ou, como diz Chico Buarque: sofrendo normalmente. Evaporado o fantasma, reaparece em sua banal realidade o guarda-­roupa, a cômoda, a camisa usada na cadeira, os chinelos.

E tudo impregnado da ausência do sonho, que é agora uma agulha escondida em cada objeto, e te fere, inesperadamente, quando abres a gaveta, o livro. E te fere não porque ali esteja o sonho ainda, mas exatamente porque já não está: esteve. Sais para o trabalho, que é preciso esquecer, afundar no dia-a-dia, na rotina do dia, tolerar o passar das horas, a conversa burra, o cafezinho, as notícias do jornal.

Edifícios, ruas, avenidas, lojas, cinema, aeroportos, ônibus, carrocinhas de sorvete: o mundo é um incomensurável amontoado de inutilidades. E de repente o táxi que te leva por uma rua onde a memória do sonho paira como um perfume. Que fazer? Desviar-se dessas ruas, ocultar os objetos ou, pelo contrário, expor-se a tudo, sofrer tudo de uma vez e habituar­-se? Mais dia menos dia toda a lembrança se apaga e te surpreendes gargalhando, a vida vibrando outra vez, nova, na garganta, sem culpa nem desculpa. E chegas a pensar: quantas manhãs como esta perdi burramente! O amor é uma doença como outra qualquer. E é verdade. Uma doença ou pelo menos uma anormalidade.

Como pode acontecer que, subitamente, num mundo cheio de pessoas, alguém meta na cabeça que só existe fulano ou fulana, que é impossível viver sem essa pessoa? E reparando bem, tirando o rosto que era lindo, o corpo não era lá essas coisas... Na cama era regular, mas no papo um saco, e mentia, dizia tolices, e pensar que quase morro!...

Isso dizes agora, comendo um bife com fritas diante do espetáculo vesperal dos cúmulos e nimbos. Em paz com a vida. Ou não."

O texto acima foi extraído do livro "A estranha vida banal", editora José Olympio - 1989, e consta da antologia "As 100 melhores crônicas brasileiras", Editora Objetiva, pág. 279 - Rio de Janeiro - 2005, organização e introdução de Joaquim Ferreira dos Santos.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Marianna e a maçã

Enquanto cuidava da Marianna para seus pais viajarem pelo Canadá, dentre as atenções que lhe dispensava, ensinei-a a fazer um aninho com o dedo, a caminhar sozinha, a mostrar com as mãos um "não sei", ao ser indagada por onde andavam o papai e a mamãe. O mais interessante, porém, foi o ar de extremada alegria quando dei a ela maçã raspadinha.

Surpresa! Passados alguns dias e já em companhia dos pais, "pediu" uma maçã inteira e a comeu, usando as próprias mãos. Para sorte minha, a Daniella fotografou a cena, enviou-me as fotos e a babona aqui, desmanchou-se em lágrimas.
..

Confiram abaixo.




Ser filho...

Recebi por e-mail este vídeo e este texto. Simples e bonitas as palavras do autor.



Ser filho é reconhecer que alguém tornou sua vida possível
e se sacrificou para que você viesse a ser o que é.

Ser filho é lembrar que alguém se alegrou com suas vitórias
e chorou com você em suas derrotas.

Ser filho é entender que aquela que tantas vezes lhe perdoou
pode um dia precisar de perdão.

Ser filho é ser mãe às avessas e um dia cuidar de quem cuidou,
alimentar quem alimentou e amparar quem amparou.

Ser filho é sentir a falta daquela que foi mãe
e tantas vezes sentiu a falta daquele que era filho.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Filho Preferido


"Certa vez me perguntaram qual era meu filho preferido, aquele que eu mais amava.
Eu, deixando entrever um sorriso, respondi: nada é mais volúvel que um coração de mãe. E, como mãe, lhe respondo: o meu filho predileto é aquele a quem me dedico de corpo e alma.
É o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que está estudando, até que aprenda.
O que está nu, até que se vista.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completei: o que já me deixou, até que o reencontre."

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Bossacucanova

Adorei essa banda a que assisti, na Globo, na apresentação do emblema da Copa do Mundo de 2014.



Atenção:

Como sempre leio os jornais com um dia de atraso, encontrei, no caderno de Saúde, incluso em Zero Hora, o texto "Livrai-nos da tentação". Argumentava que, quem mora perto de restaurantes, lancherias ficava propenso a ser um comilão. Ia além: quem residisse perto de hortifrutigranjeiros, adoraria frutas e legumes.

Por ser longo, copiei só o prólogo:

" Uma coisa que já começa na infância. Uma pesquisa realizada na Universidade de Cornell mostrou-o: crianças em idade pré-escolar cujos pais insistiam para que "limpassem o prato", tinham a tendência a comer maiores porções não só do alimento, mas do chamado "junk foood", os antes mencionados salgadinhos e guloseimas, altamente calóricos.

Conclusão: é importante tomar conhecimento do ambiente alimentar, seja em casa, seja nos lugares que frequentamos. Inclusive para nos livrarmos da tentação calórica."


Lido o texto, questionei-me. O que aconteceu então com meus filhos? Ensinei-os a comerem frutas, era proibitiva a "entrada" de refrigerantes em nossa casa. Só em festas muito importantes e veja lá... Nunca insisti para que "limpassem o prato".
No entanto, dois deles, "detestam" frutas e os três consomem refrigerantes como se água fosse. Todos têm a tendência para engordar e comer além da conta, portanto...

Como errei!
Só Freud explica!

domingo, 11 de julho de 2010

Forca aos culpados?


Torcedor também se sente culpado por derrotas

Recebi este texto de Joaquim Luiz, um dos muitos amigos que já fazem parte de minha vida virtual. Quando deixam de me enviar mensagens, fico preocupada. O silêncio deles pode ter desastradas interpretações: cansou de compartilhar comigo o que acha interessante? Estará doente ou morreu?

Tudo é possível quando o que separa pessoas que teceram, solidamente, os laços da afetividade e têm, entre si, essa barreira inexorável, a distância.

O texto induz à reflexão como todos os textos e músicas que recebo de Joaquim.O que tenho em comum com este meu amigo é a delicadeza em repassar aquilo de que realmente gosta. Como eu também faço. Se acho chato, pouco interessante, não envio para mais ninguém. O que não é bom para mim, acredito, não o será para quem admiro. Às vezes, erro que sou falível, felizmente, ou reenvio algo que gera melindres.

"Não adianta colocar a cueca da sorte, ficar na posição em que saiu o primeiro gol, rezar. O time não perdeu porque foi mais simpático ou menos simpático. Perdeu porque perdeu. Dos 64 jogos, faltam só quatro para o final da Copa. O último deles será, no maior grau, o que vários outros já foram: uma tentativa de ordenar o caos. De explicar a vida. Ainda que seja, como todos os outros, apenas um jogo.

A pior coisa depois da eliminação é o sentimento de culpa. Para os jogadores, é compreensível. Mesmo que não tenham sido culpados, eles estavam lá.

E o que acontece nesses campos se multiplica infinitamente. Ele perdeu o pênalti mais importante da história do país. Ele errou o chute mais importante da história do continente. Ele se atrapalhou, perdeu a cabeça, ficou marcado.

Todos se dedicaram ao máximo, com as melhores intenções. Queriam tanto vencer. Deram o melhor que tinham. Mas vão ficar marcados pelo pior.

E os torcedores nessa história? Quantos não estão se sentindo um pouco culpados também? "Se eu não tivesse mudado de lugar. Se eu tivesse vestido minha camisa da sorte. Se eu não tivesse parado de gritar".

Sintam-se todos absolvidos. Vocês não tinham o que fazer. Talvez o pensamento positivo tenha algum efeito, mas seria facilmente anulado pelo pensamento positivo da torcida adversária.

Porque fulano é pé-frio, beltrano é pé-quente. Bobagem. Somente a soma de todos, no estádio, gritando, poderia inflamar o time e ter algum efeito. Mesmo assim, sem garantia de sucesso. Mesmo assim, ainda dependeria dos jogadores.

O indivíduo, o torcedor é refém do jogo de futebol. Talvez, por isso, torcida seja tão parecida com desespero.

Não adianta colocar a cueca da sorte, ficar na posição em que saiu o primeiro gol, rezar. Você acha que um pai iria torcer por um filho para ver o outro perder?

O jogo vai ser decidido dentro de campo e a gente não pode fazer nada para mudar o resultado. Assim como os próprios protagonistas do futebol só vão ganhar ou perder pelo que fizerem naqueles minutos, entre o pontapé inicial e o apito final.

Fora do campo, eles podem apenas se preparar para aqueles minutos. Tirando isso, são tão torcedores quanto nós.

O time não perdeu porque foi mais simpático ou menos simpático. Não perdeu porque deu mais entrevista ou menos entrevista. Não perdeu porque foi marrento ou humilde, discreto ou falastrão. Não perdeu porque foi sério ou brincalhão. Assim como não ganharia por nenhum desses motivos.

Perdeu porque perdeu. Dentro de campo, o adversário foi mais eficiente, deu mais sorte, seja o que for. Mas a derrota foi dentro de campo. Não levamos um gol da vida e outro gol da Holanda. Levamos dois gols da Holanda.

Os gols da vida são contados para o jogo da vida. Os gols do futebol são contados para o futebol. E que ninguém venha misturar as coisas."

Roberto Carlos em Porto Alegre

Roberto Carlos mostrou, em Porto Alegre, no dia 12 de junho, por que é o eterno Rei da música brasileira. Dentre os mais importantes sucessos dos 50 anos de sua brilhante carreira, Roberto Carlos abriu o show no Ginásio Gigantinho com a indefectível Emoções e finalizou com É Preciso Saber Viver e Jesus Cristo, distribuindo as tradicionais rosas vermelhas à plateia. Com uma inovação: neste ano, ofereceu as flores rubras também às fãs que estavam nas arquibancadas próximas à lateral do palco. Um gol a mais do Rei!

Como não fui ao show, apresento uma das músicas citadas para me recompensar da ausência.


sábado, 10 de julho de 2010

RELÓGIO DO CORAÇÃO


Este texto de Alexandre Pelegi recebi de meu Anjo Número Um, a minha adorável amiga Marli. Sempre atenta, seletiva, só me envia mensagens que sabe, de antemão, que vou adorar.

Amizade é isso. É cumplicidade sem malícia, é divisão do belo, é aceitação das falhas, é bate papo sem tempo e a qualquer hora. É o elixir que aquece sempre o coração e transborda de felicidade quando compartilhada em qualquer contexto e sem motivos reais.

Amizade é o descomprometimento com o erro ou o acerto. É pura e simples aceitação. É de amigas como a Marli que sacio a minha ânsia de querer bem e de ser querida. Embora apenas um muro alto nos separe e pouco nos vejamos, só de saber que está perto ou que me socorrerá a um mero toque de telefone, já são motivos suficientes para eu me sentir segura e feliz.

"Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente. Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia. Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário mostrar que eles ficaram por anos em nossas agendas. Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.

Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.
Há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados das folhinhas. Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembranças de horas. Há eventos que marcaram, e que duram para sempre, o nascimento do filho, a morte do pai, a viagem inesquecível, um sonho realizado.

Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.
Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo. Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz eu estava na ocasião.

O relógio do coração – hoje eu descubro - bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso. Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente. Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo. É olhar as rugas e não perceber a maturidade. É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças da vida.

Pense nisso. E consulte sempre o relógio do coração: Ele te mostrará o verdadeiro tempo do mundo."

Ah! Por onde andarão a Camilla, a Isabelly, o Netto, o Jean Pierre e o meu Anjo Número Dois que, há tanto tempo, não visitam este espaço e não me deleitam com seus encantadores comentários?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Historinha


Um homem, já de certa idade, pegou o ônibus e enquanto subia, um de seus sapatos se soltou e escorregou para o lado de fora. O ônibus saiu rapidamente, e a porta se fechou sem que houvesse chance de recuperar o sapato "perdido". Imediatamente, ele retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.

Um rapaz no ônibus que observava a situação, sem poder ajudar perguntou:
- Desculpe perguntar, mas por que jogou fora seu outro sapato?

E o homem respondeu: - Pra que alguém o encontre e seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém realmente necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé.

Quando desceu do ônibus em seu destino, ele foi a uma sapataria e comprou um novo par de sapatos.

Moral da história, meu querido ouvinte:
Durante nossa vida é inevitável perder coisas. Muitas vezes estas perdas são penosas e supostamente injustas, porém certamente necessárias para que coisas novas e melhores possam acontecer. Jogue fora ideias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe acrescentam nada e lhe roubam atenção e energia.

Aproveite e tire do seu "armário" aquelas coisas negativas que só lhe trazem tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento. O "novo" só pode ocupar espaço em nossas vidas quando o "velho" deixar de fazer parte dela.

Essa verdadeira lição de vida recebi de meu adorável primo americano, o Carlos.

As orquídeas aí de cima são para agradecer as mensagens lindas recebidas.


Ops! Nesta Copa do Mundo, fui o mais pefeito pé frio! Todos os times para os quais torci, perderam. SniF! Snif! SniF!!!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Morrer em vida é fatal



-->
O que reproduzo abaixo é mais uma bela mensagem recebida de Marília Gudolle, aquela adorável "prima", que contei para vocês, a qual me havia "descoberto" através de minhas publicações circulantes via internet ou jornais. Cuidadosa, envia-me textos que acredita serem reproduções do que penso, de como vivo ou ajo.

Deslumbro-me com a perspicácia dela, visto que, apesar do parentesco redivivo, não nos conhecemos pessoalmente, contudo a correspondência que trocamos nos irmana, nos iguala e reforça laços recentes, embora pareça havê-la conhecido e compartilhado emoções por longo tempo.


Pessoas sensíveis, que refestelam um olhar diferenciado para a vida e para os outros, que não negligenciam afetos e se prontificam a compartilhá-los sempre encontram ecos de emotividade para repassar e dividir com outras assemelhadas. São e devem ser acolhidas para se acoplarem, em definitivo, em cérebros que sabem acolher a doce magia da amizade e da ternura.
Por tudo isso, o meu coração se prostra rendido para receber e prestigiar tudo o que de bom e de belo tem me enviado. Martha Medeiros, nossa irmã "gêmea" nas ideias sobre como visualizamos pessoas e viveres é a melhor forma de dizer a essa encantadora prima que estou rendida aos seus encantos e identificações de como encaro a vida. Por acreditar ser a existência um caminho de mão dupla, procuro escolher aquele em que melhor me adapto, ainda que "estremeça" com medo da velhice e das patéticas marcas imprimidas pelo envelhecer.

"Nunca esqueci de uma senhora que, ao responder por quanto tempo pretendia trabalhar, respondeu com toda a convicção: “Até os 100 anos”. O repórter, provocador, insistiu: “E depois?”. “Ué, depois vou aproveitar a vida”.É de se comemorar que as pessoas aparentem ter menos idade do que realmente têm e que mantenham a vitalidade e o bom humor intactos – os dois grandes elixires da juventude.

No entanto, cedo ou tarde (cada vez mais tarde, aleluia), envelheceremos todos. Não escondo que isso me amedronta um pouco.
Ainda não cheguei perto da terceira idade, mas chegarei, e às vezes me angustio por antecipação com a dor inevitável de um dia ter que contrapor meu eu de dentro com meu eu de fora.Rugas, tudo bem. Velhice não é isso, conheço gente enrugada que está saindo da faculdade.

A velhice tem armadilhas bem mais elaboradas do que vincos em torno dos olhos. Ela pressupõe uma desaceleração gradativa: descer escadas de forma mais cautelosa, ser traída pela memória com mais regularidade, ter o corpo mais flácido, menos frescor nos gestos, os órgãos internos não respondendo com tanta presteza, o fôlego faltando por causa de uma ladeira à toa, ainda que isso nem sempre se cumpra: há muitos homens e mulheres que além de um ótimo aspecto, mantêm uma saúde de pugilista.


A comparação com os pugilistas não é de todo absurda: é de briga mesmo que estamos falando. A briga contra o olhar do outro.Muitos se queixam da pior das invisibilidades: “Não me olham mais com desejo”. Ouvi uma mulher belíssima dizer isso num programa de tevê, e eu pensei: não pode ser por causa da embalagem, que é tão charmosa. Deve estar lhe faltando ousadia, agilidade de pensamento, a mesma gana de viver que tinha aos 30 ou 40. Ela deve estar se boicotando de alguma forma, porque só cuidar da embalagem não adianta, o produto interno é que precisa seguir na validade.

Quem viu o filme Fatal deve lembrar do professor sessentão, vivido por Ben Kingsley, que se apaixona por uma linda e jovem aluna (Penélope Cruz) e passa a ter com ela um envolvimento que lhe serve como tubo de oxigênio e ao mesmo tempo o faz confrontar-se com a própria finitude. No livro que deu origem ao filme (O Animal Agonizante, de Philip Roth), há uma frase que resume essa comovente ansiedade de vida: “Nada se aquieta, por mais que a gente envelheça”.Essa é a ardileza da passagem do tempo: ela não te sossega por dentro da mesma forma que te desgasta por fora.

O corpo decai com mais ligeireza que o espírito, que, ao contrário, costuma rejuvenescer quando a maturidade se estabelece.Como compensar as perdas inevitáveis que a idade traz?
Usando a cabeça: em vez de lutarmos para não envelhecer, devemos lutar para não emburrecer. Seguir trabalhando, viajando, lendo, se relacionando, se interessando e se renovando. Porque se emburrecermos, aí sim, não restará mais nada."

Texto publicado em Zero Hora, em 03 de maio de 2009, por MARTHA MEDEIROS

O retorno

Leiam o que Marília escreveu ao ler o que postei sobre o "aparecimento" dela em minha vida. Adorei!

Boa Tarde, minha querida Prima!

Acabei de ler teu texto e agradeço do fundo de meu coração por tuas palavras tão lindas. Penso e acredito que essas palavras só poderiam surgir de pessoas como vc,com grande sensibilidade e sabedoria,haja vista teus escritos.

Portanto, quero dizer-te novamente que tenho, não sei como, nem por que, um grande afeto e carinho por vc.
Espero ainda algum dia conhecê-la.
Grande bj.
Marilia.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Sobre perdas e danos

Ainda sem tempo e vontade para voltar com capacidade máxima, posto, hoje, estes vídeos que recebi de uma amiga virtual. Achei poéticos.

O primeiro, dedico a todos os meus visitantes que, em algum lugar da memória, do presente ou do passado, perderam algo ou alguém...

O segundo, é uma homenagem a um amigo muito especial, sucumbido no tempo e que, por estranhos meandros do destino, foi resgatado no presente mas, pelo mal entendido das palavras, foi perdido novamente.


Espero, por este vínculo, reencontá-lo, porque dou a devida importância a uma preciosa amizade como essa.



segunda-feira, 5 de julho de 2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Fechado "para balanço"

África do Sul dos ricos

Hoje, vou mostrar um pouquinho da África do Sul dos ricos, daquelas pessoas endinheiradas que não querem saber de futebol.

A última edição da revista Viagem e Turismo – especial África do Sul – traz uma foto da área de um dos quartos do Singita Boulders, em Sabi Sand (África do Sul), na capa.

IMG_0674

Detalhe da banheira no Singita Bolders

O editorial da edição especial da revista enfoca várias atividades possíveis na África do Sul, com destaque para alguns lodges de alto padrão, em especial, os do Singita Game Reserves.



Orient Express
e considerado um dos hotéis mais luxuosos de Johannesburg (África do Sul).

Luxury Room

Vista de um dos quartos do The Westcliff Hotel

Localizado no histórico bairro Westcliff Ridge, a 30 minutos do aeroporto internacional de Johannesburg (OR Tambo), o The Westcliff Hotel foi construído em uma área cercada por grandes jardins que dão ao hóspede a impressão de se estar fora da cidade. Os 115 espaçosos quartos do The Westcliff são divididos em vilas e foram decorados de maneira independente e o serviço, extremamente personalizado, proporciona a todos hóspedes a melhor experiência em estadia na cidade de Johannesburg.

O The Westcliff Hotel oferece aos seus hóspedes transporte gratuito aos restaurantes, bares, cinemas, galerias, shopping centers e centros de conferência de Johannesburg em carros particulares que ficam à disposição. Os mesmos carros são utilizados no transporte entre o hotel e o aeroporto internacional de Johannesburg (OR Tambo).

As famílias que se hospedam no The Westcliff Hotel recebem atendimento especial que inclui uma babá, para que os pais possam sair para jantar ou simplesmente aproveitar a estrutura do hotel. Também há um menu especial para crianças, filmes e desenhos, aquecedores para mamadeiras e roupas de banho especiais.

A estrutura do The Westcliff Hotel:

115 Quartos

Duas Piscinas Aquecidas

Academia 24 horas

Quadra de Tênis

Spa The Botanical

Sala de Conferência

Sala para Banquetes e Jantares de Negócios

Business Center

30 quartos para executivos

Conexão Wireless (de alta velocidade em todos os quartos)

Restaurantes

O hotel coloca dois restaurantes à disposição de seus hóspedes, o Polo Bar e o La Belle Terrase.

O Polo Bar funciona todos os dias do período da manhã até a madrugada e oferece grande variedade de bebidas e pratos especiais.

O La Belle Terrasse está localizado no terraço do hotel e proporciona uma vista panorâmica dos grandes jardins da área.

Há ainda o restaurante do deck, da área das piscinas, que todas os finais de tarde oferece aos hóspedes chá e drinks ao pôr do sol.

Dusk on Pooldeck

Deck da piscina

Os lodges Singita Lebombo e Singita Sweni, localizados no Kruger Park, África do Sul, são constantemente votados como os melhores de suas categorias por diversas publicações especializadas.

Recentemente, os lodges receberam mais uma indicação: Melhor Hotel de Luxo, nos Trip Out Gay Travel Awards, prêmio concedido anualmente pelo canal gay especializado Logo TV, que faz parte do grupo MTV, aos melhores destinos, serviços e hotéis para o público gay.

Sweni Suite 2

Imagem da suíte do Singita Sweni, no Kruger Park

A decoração contemporânea, com mobiliário produzido especialmente para os hotéis e os serviços exclusivos como: mordomo, chef de cozinha, motorista e “ranger”os guias responsáveis por encontrar os animais durante o safári – particulares fazem do Singita a experiência definitiva em safári e sofisticação.

A última edição da revista Homem Vogue (capa Mariana Weickert) traz uma matéria de 6 páginas, escrita pelo ótimo Thiago Lucas, sobre o Rovos Rail, considerado o trem mais luxuoso do mundo, com sede na África do Sul.

DC195-shangani

Jantar a bordo do Rovos Rail

Hospedagem de Luxo

O Rovos Rail oferece uma experiência inigualável combinando o luxo das viagens do período pré-Guerra com modernas inovações. Todas as suítes contam com ar condicionado e têm capacidade para duas pessoas. As camas podem ser de casal ou de solteiro. Cada uma das suítes “royal” (16 m²) tem sua área privativa com banheiro, ducha e banheira vitoriana. As suítes “deluxe” (11 m²) também contam com área privativa e banheiro com ducha. As suítes “pullman” (7 m²) oferecem uma cama que durante o dia se transforma em sofá (também pode ser de solteiro ou de casal) e banheiro com ducha. Todos os banheiros contam com secador de cabelo.

Cozinha Excepcional e Ambiente Elegante

Café da manhã, almoço e jantar são servidos no magnífico vagão vitoriano, com capacidade para receber todos os passageiros do trem ao mesmo tempo. Cuida-se a bordo da gastronomia, que vem acompanhada de uma excelente seleção de vinhos sul-africanos. Os trajes durante a noite são formais (exigem-se terno e gravata) nesse trem, que é conhecido como o “Orgulho da África”.


O “vagão mirante” se encontra no final do trem, onde se pode desfrutar de momentos inesquecíveis. Junto a esse vagão está o “smoking lounge”. No centro do trem se localiza o salão para não-fumantes.
Para manter o espírito da época dourada das viagens de trem, não há rádio nem televisão a bordo e o uso de telefones celulares se limita às suítes.

Locomotivas

O uso das locomotivas a vapor se tornou difícil nos últimos anos, já que ao longo do trajeto não se encontram reservas de carvão e água. Por essa razão, utilizam-se locomotivas movidas a diesel. No entanto, tanto as chegadas como as partidas se realizam em locomotivas a vapor.

Estação de Trem
Os escritórios centrais do Rovos Rail se encontram no Capital Park, em Pretória, que é, sem dúvida, a estação particular de trens mais impactante do mundo, contando com um espaçoso e elegante salão de partidas.

Este complexo de jogatina, localizado a menos de duas horas de distância de Johanesburgo, dá a impressão de um oásis tropical no meio da savana africana. Além de ser um cassino muito caro, o Sun City oferece quatro hotéis, uma piscina de ondas, um campo de golfe e safáris em seu próprio parque particular. Mas lembre-se, você está aqui para apostar, não é? Neste caso, o Sun City é excelente para todos. Suas 853 máquinas de caça níqueis e 38 mesas de apostas são apropriadas para profissionais e iniciantes. Aqui você pode sair sem perder dinheiro, pois se você não é familiarizado ou não gosta de apostar, você pode tomar lições de jogatina na escola de jogos do Sun City e deixar a dona sorte de lado.