sábado, 15 de outubro de 2016

FELIZ DIA DO PROFESSOR! A todos os seres diferenciados que se dedicam em aprimorar mentes, burilar crianças e jovens endurecidos pelos revezes da vida e a tornar ainda melhores alunos que tiveram o privilégio de nascer em famílias bem estruturadas, eclipsando as diferenças, tratam-nos com muito amor e carinho, estes, sim, merecem ser chamados de MESTRES. Felicidades aos meus queridos colegas PROFESSORES e PROFESSORAS e que dias melhores os acolham!

sexta-feira, 22 de julho de 2016

OLHA EU EM ZERO HORA OUTRA VEZ!



Os versos abaixo, fiz em homenagem a minha irmã ALOÍSA GUDOLLE ZANCANARO, que enfrenta problemas de saúde e, como valente e destemida guerreira, encoraja todos os familiares a enfrentarem, com brilho e destemor, essa passagem inesperada.

À MINHA DOCE IRMÃ

ARLETE GUDOLLE LOPES
Amada, vem aqui bem de mansinho,
Assim não acordas nem a criança,
Muito menos o inquieto passarinho!
Deixa que a noite embale teus sonhos
Pra que acordes repleta de paz,
Perfumada com a essência do amor,
Encontrarás o caminho a seguir.
Recomposta, vestida de novas auroras,
Reviverás as quimeras de outrora,
Cavalgarás nas asas das nuvens e
Tal anjo zeloso não te deixarei partir.
Refeita em ternura e deslumbramentos,
Te farás bem presente, mulher e menina,
E juntas, felizes, teceremos novas vidas
Mais plenas, mais belas, repletas de luz.
Então, embaladas nas texturas da brisa,
Recolhido em cálice o sumo do afeto,
Faremos melodiosas serestas à lua.
Recolheremos os raios brilhantes do sol
E enfeitaremos de estrelas os cabelos
Pra fazermos brindes à vida e à canção.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

A bolsa ou o celular?






Bom dia, QUERIDOS e QUERIDAS!
EU VOLTEI!
Depois de passar 35 dias longe da terra dos Poetas, voltei

Estava em Porto Alegre, fazendo companhia a minha irmã Aloísa, que se encontra com problemas de saúde. Além de não contar com internet no apartamento dela, fui assaltada dentro do prédio onde reside e contraí uma violenta gripe com tosse que parece não ter fim.

No assalto sofrido, creio que ganhei vida nova, visto que o bandido portava duas facas e reagi por longo tempo, tentando não lhe entregar a bolsa com todos os meus documentos, cartões de crédito, dinheiro e celular. Com uma das facas me imobilizou, espetando-a na minha cintura.

Depois, tentou arrancar-me a bolsa, puxando-a com violência. Com a outra faca procurava cortar as alças da bolsa ou me acertar o rosto. Não conseguiu o intento porque estávamos em patamares diferentes. O bandido se encontrava num degrau abaixo de mim, o que lhe parecia ser eu muito maior que ele. (É sabido que muitos ladrões também sentem medo...).
  
No embate, saiu vitorioso o ladrão. Eu? Fiquem “sem lenço e sem documentos” e em estado de choque, do qual demorei a me recuperar...

O mais triste desta história é que, por desleixo da síndica, o portão de entrada do prédio estava com problemas e não fechava há muitos dias. E o mais estarrecedor: gritava por socorro e as pessoas que assistiam ao assalto nada faziam. Acredito que por medo ou por verem ou sofrerem assaltos de maneira tão contumaz, isso já se tornou um ato normal.

FLORES para quem leu até o fim!


domingo, 20 de março de 2016

TRANSIÇÃO DO VERÃO PARA O OUTONO

Olhem que fotos sensacionais! Revelam a passagem da estação do calor para o outono.























sábado, 27 de fevereiro de 2016

Meus poemas publicados em ZERO HORA



APENAS  SAUDADES


ARLETE GUDOLLE LOPES




Saudade se fez potro xucro,

Minha alma virou canção,

As curvas de minha vida

Se plasmaram de ilusão

Somente pra dar guarida

Às batidas do coração.

Na estrada já percorrida,

O passo se fez caminho,

A ternura, um burburinho.

Na limpidez de meus olhos

A mágoa tingiu meu mundo.

As lágrimas da despedida,

Se fizeram riacho fundo.

(Publicado em ZERO HORA, ALMANAQUE GAÚCHO, pág. 60, 26/02/2016)

sábado, 28 de novembro de 2015

ABERTURA DA 17ª FEIRA DO LVRO DE SANTIAGO


Abertura oficial de ABERTURA da 17ª FEIRA DO LIVRO DE SANTIAGO, 2015,  iniciou com a execução de músicas lindas e Hino Nacional pela FAFARRA 1ª BRIGADA DE CAVALARIA MECANIZADA DE SANTIAGO, discursos meu, do Prefeito Júlio Ruivo e do Xerife da Feira  e apresentação dos alunos da ESCOLA MONSENHOR ASSIS.


Os alunos da ESCOLA MONSENHOR ASSIS fizeram lindíssimo e emocionante show. Inicialmente, ao cantarem paródias e poemas em minha homenagem. Depois, quando recitaram, de memória, textos do meu primeiro livro, O inquietante Perfume de Cravos. (Chorei de tanta emoção!). 

Houve uma cena que comoveu todos os presentes: O aluno que cantava a paródia centrada na música "Canção da América" com meus poemas, emocionado, caiu ao chão, chorando. Chorei também. Choraram muitos! Seguiu-se show musical com a banda de DIOGO BONATTO.

Depois, o XERIFE da FEIRA, com a sineta, fez a abertura oficial do evento.




















Amanhã, LANÇAMENTO DO MEU LIVRO, FUGAZ ETERNIDADE

domingo, 1 de novembro de 2015

Fugaz eternidade

Queridos amigos e amigas!

Aí vem mais um livro de minha autoria!


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

OLHA EU EM ZERO HORA OUTRA VEZ

Foi publicado hoje, no jornal ZERO HORA, na página  do ALMANAQUE GAÚCHO, mais um poema de minha autoria. Publico-o abaixo.


quarta-feira, 24 de junho de 2015

OLHA EU EM ZERO HORA OUTRA VEZ!







Mais um poema de minha autoria saiu, hoje, dia 24 de junho, em ZERO HORA, na página 36, do ALMANAQUE GAÚCHO, do encantador RICARDO CHAVES.


Reproduzo outra vez...

        

           

        NEM ANJO, NEM PÁSSARO
                 
ARLETE GUDOLLE LOPES

Vem! Recolhe a noite retida em meus cabelos
Ou adormece em mim nem sonho, nem canção
Pra acordares anjos sem mesmo percebê-los.
Não finjas que és pássaro, flor ou compaixão,
Apaga o fogo que te cozinha a espera,
Sem parcimônia, me consome em teu calor,
Depois parte inflado de amor e de quimera,
 Não te faças pedra, nem cachoeira ou dor.

Levitas nas ranhuras de meus dissabores
Plasmado em cinzas, feras e melancolias,
Vais colher-me inteira, forjada em amores,
Fada e rainha envolta em suaves melodias
À espera de que a doce aurora nos acorde
Pra gozarmos a vida, com ânsia de viver
Com riqueza ou pompa sem fazer alarde,
Amparados na força de teu bem querer.