sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Imagens fantásticas


Dei-me conta de que o número de visitas a este espaço aumenta signitivamente quando posto apenas imagens. Será um sintoma de que as pessoas, realmente, não gostam de ler? Se o texto for longo, a rejeição é imediata. Falta paciência ao leitor ou os textos são desinteressantes?






















quinta-feira, 20 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Avisos aos paroquianos

Adorei este e-mail enviado por minha adorável amiga Holanda Maria Bargiona Luz, a outra avó do meu neto Andrei.





                           AVISO AOS PAROQUIANOS

1. Para todos os que tenham filhos e não sabem, temos na paróquia uma área especial para crianças.

2. Quinta-feira que vem, às cinco da tarde, haverá uma reunião do grupo de mães.Todas as senhoras que desejem formar parte das mães, devem dirigir-se ao escritório do pároco.

3. Na sexta-feira às sete, os meninos do Oratório farão uma representação da obra Hamlet, de Shakespeare, no salão da igreja.
Toda a comunidade está convidada para tomar parte nesta tragédia.

4. Prezadas senhoras, não esqueçam a próxima venda para beneficência. É uma boa ocasião para se livrar das coisas inúteis que há na sua casa.

Tragam os seus maridos! (Obs.: Essa é demais! Rsrsr!)

5. Assunto da catequese de hoje: Jesus caminha sobre as águas.

6. Assunto da catequese de amanhã: Em busca de Jesus.

7. O coro dos maiores de sessenta anos vai ser suspenso durante o verão, com o agradecimento de toda a paróquia.

8. O mês de novembro finalizará com uma missa cantada por todos os defuntos da paróquia.

9. O torneio de basquete das paróquias vai continuar com o jogo da próxima quarta-feira. Venham nos aplaudir, vamos tentar derrotar o Cristo Rei!

10. O preço do curso sobre Oração e Jejum não inclui a comida.

11. Por favor, coloquem suas esmolas no envelope, junto com os defuntos que desejem que sejam lembrados.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O poderoso chefão



Análise irretorquível do Nelson Motta.

                          

                        Nina e Carminha em Brasília


Se o mensalão não tivesse existido, ou se não fosse descoberto, ou se Roberto Jefferson não o denunciasse, muito provavelmente não seria Dilma, mas Zé Dirceu o ocupante do Palácio da Alvorada, de onde certamente nunca mais sairia. Roberto Jefferson tem todos os motivos para exigir seu crédito e nossa eterna gratidão por seu feito heroico: "Eu salvei o Brasil do Zé Dirceu."

Em 2005, Dirceu dominava o governo e o PT, tinha Lula na mão, era o candidato natural à sua sucessão. E passaria como um trator sobre quem ousasse se opor à sua missão histórica. Sua companheira de armas Dilma Rousseff poderia ser, no máximo, sua Chefe da Casa Civil, ou presidente da Petrobras.
Com uma campanha milionária comandada por João Santana, bancada por montanhas de recursos não contabilizados arrecadados pelo nosso Delúbio, e Lula com 85% de popularidade animando os palanques, massacraria Serra no primeiro turno e subiria a rampa do Planalto nos braços do povo, com o grito de guerra ecoando na Esplanada: "Dirceu guerreiro/ do povo brasileiro." Ufa!

A Jefferson também devemos a criação do termo "mensalão". Ele sabia que os pagamentos não eram mensais, mas a periodicidade era irrelevante. O importante era o dinheirão. Foi o seu instinto marqueteiro que o levou a cunhar o histórico apelido que popularizou a Ação Penal 470 e gerou a aviltante condição de "mensaleiro", que perseguirá para sempre até os eventuais absolvidos. O que poderia expressar melhor a ideia de uma conspiração para controlar o Estado com uma base parlamentar comprada com dinheiro público e sujo? Nem Nizan Guanaes, Duda Mendonça e Washington Olivetto juntos criariam uma marca mais forte e eficiente. Mas antes de qualquer motivação política, a explosão do maior escândalo do Brasil moderno é fruto de um confronto pessoal, movido pelos instintos mais primitivos, entre Jefferson e Dirceu.

Como Nina e Carminha da política, é a história de uma vingança suicida, uma metáfora da luta do mal contra o mal, num cho que de titãs em que se confundem o épico e o patético, o trágico e o cômico, a coragem e a vilania. Feitos um para o outro.

O "chefe" sempre foi José Dirceu. Combativo, inteligente, universitário - não sei se completou o curso - fala vários idiomas, treinado em Cuba e na Antiga União Soviética, entre outras coisas. E com uma fé cega em implantar a Ditadura do Proletariado a "La Cuba".

Para isso usou e abusou de várias pessoas e, a mais importante - pelos resultados alcançados - era Lula. Ignorante, iletrado, desonesto, sem
ideais, mas um grande manipulador de pessoas, era o joguete ideal para o inspirado José Dirceu.

Lula não tinha caráter nem ética, e até contava, entre risos, que sua família só comia carne quando seu irmão "roubava" mortadela no mercado onde trabalhava. Ou seja, o padrão ético era frágil . E ele, o Dirceu, fizera tudo direitinho, estava na hor a de colher os frutos e implantar seu sonho no país. Aí surgiu Roberto Jefferson... e deu no que deu.

A análise de Nelson Motta está perfeita.

domingo, 16 de setembro de 2012

Temos motivos para festejar o 7 e o 20 de Setembro?




As homenagens à  Pátria terminaram e a Semana Farroupilha está se aproximando do final. Bastava a evocação desses eventos em passado não muito remoto, para que aflorasse o amor incondicional pelo Brasil e pelo Rio Grande do Sul. Hoje, quando proliferam, na televisão, jornais e revistas, denúncias sobre mensalão, assassinatos, descaso com a saúde, derrocada da educação, drogatização ascendente, violência de toda a espécie, dentre outras, muito pouco há para festejar. Apesar do contexto negativo, pessoas sensíveis não precisam de muita coisa para se ufanar do chão mesmo que incontáveis situações conspirem contra o senso pátrio. Palavras significativas e gestos concretos despertam nelas a força imperiosa e telúrica que lhes deveria ser contumaz e inerente.

É preciso que algo aconteça como uma data importante, para que aflore o orgulho de terem nascido em determinado lugar e percebam que a pátria não é só um determinante da nacionalidade. É o solo onde plantam afetos, as pessoas com quem interagem e o singelo prazer de cultivarem flores. É a magia do labor diário, a saudação entusiasmada a desconhecidos mesmo que tímida a resposta, a sensação do dever cumprido. É o elogio desinteressado, o abraço caloroso, as despedidas na certeza do reencontro, o prazer gerado pela prática do que é correto e a generosidade compartilhada. Pode ser a pressa que as contagia, a vontade de pular etapas para mais rápido chegarem ao almejado, o arrependimento de não terem tentado, a emoção vivenciada com a vitória de muitos brasileiros dentro e fora do país, a saudade dos ausentes, as lágrimas vertidas, o esquecimento do prometido e os perdoáveis deslizes do cotidiano.

São reminiscências e estranhas realidades que fazem doce o sabor da vida. Se atitudes triviais causam euforia deixando-as mais apaziguadas, imaginem o rufar de tambores anunciando a passagem de escolares desfilando garbosos em homenagem à Pátria, o som de violas e gaitas gemendo vanerões e rancheiras ou o trote de cavalos anunciando a Semana Farroupilha. Em dança festiva, imaginem cada cidade, cada estado, todo o país ufanando-se de feitos grandiosos de sua gente pela eliminação das vilanias, pela percepção do povo educado, saudável, seguro, realizado usufruindo de benesses geradas pelo progresso, sentindo-se orgulhoso de si e de seu país, não apenas no 7 ou no 20 de Setembro, mas em todos os dias.

Os brasileiros conscientes da realidade não querem ver o Brasil, seus estados e suas cidades com poucos motivos para festejos porque o desejo deles é vivenciar a Ordem e o Progresso apregoados na bandeira. O que gaúchos sonham, como Sepé Tiaraju, é bradar, com galhardia, este chão tem dono! – almejando que o Sul retome a condição pioneira de celeiro nacional. Se surgirem genuínos salvadores da Nação e autênticos propulsores do desenvolvimento, terão sobejos motivos para festejar qualquer semana.

Amigos, Um DOMINGO LINDO para vocês!









Fonte: blog ACHADOS DE DECORAÇÃO

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Os Contrários


"Quando a serenidade se vai, o desespero toma conta. Quando a paciência deixa de existir, a ira se torna conselheira.

Quando o amor não resiste, o ódio se instala e seca a alma. Quando a gentileza não aparece, as disputas se fortalecem.

Quando todos querem ter razão, a guerra é a única saída. Quando a preguiça é mais forte, o trabalho se perde.

Quando a boca se abre para reclamar, deixamos de fazer o que deve ser feito. Contrários que convivem em nós...

Somos da paz, mas brigamos por nada, somos da justiça e enforcamos alguns deveres, somos da fraternidade do amor... e, por vezes, desprezamos nossos semelhantes. Somos luz e muitas vezes andamos nas trevas...

Queremos tanto a felicidade, que às vezes causamos a infelicidade de outros...

Nossos contrários nos aproximam do que precisamos transformar, ao nosso espelho da alma, mostrando o que precisamos melhorar...

Infelizmente, nosso orgulho às vezes nos cega, e o que pensamos ser uma qualidade, é o nosso maior defeito, e o que nos impede de caminhar, de prosperar e de conquistar.

Não tenha medo de mudar! Comece pelo mais simples; sorria mais, aborreça-se menos, contente-se com o que lhe chega às mãos, agradeça mais...

Não leve nem a vida nem as pessoas tão a sério, apenas faça bem feito, para ter a consciência tranqüila de ter dado o melhor...

O mundo é a sementeira; colhe-se aqui o que foi plantado. Que semente temos plantado no chão da nossa vida?"

* Frei Jaime Bettega

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Rio de Janeiro, um sonho realizado

Já imaginaram se o Rio de Janeiro não tivesse favelas, drogas, bandidos, tanta corrupção, tantos políticos e policiais desonestos? Seria o paraíso!

Dia 26 de setembro, realizarei mais um sonho: junto com meu quinteto de ouro (marido, filha, genro, neta e irmã), iremos para o Rio de Janeiro. OBA!















sábado, 8 de setembro de 2012