
Quando eu era criança, ficava encantada com o bailado luminoso que os vaga-lumes executavam em noites veranis. Depois, arrependia-me do ato condenável quando aprisionava, em vidros, os inofensivos insetos.
Levava-os para o meu quarto e ficava me indagando sobre como aquelas lanterninhas foram parar dentro deles.
Pesquisei e descobri.

Esse inseto produz, no abdômen, a LUCIFERINA que, em contato com a enzima chamada LUCIFERASE (nomes bem estranhos para uma visão encantadora), gera a BIOLUMINOSIDADE de cor amarelo-esverdeada.
Pronto! Desvendei o mistério da lanterninha.
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