Para dizer que não falei da TERNURA...
Palavras ao Vento é fruto de uma necessidade interior de corrigir deslizes orais ou escritos, presenciados no cotidiano; mostrar a urgência de se fazer da educação prioridade nacional; discorrer sobre trivialidades, mostrando o porquê disso ou daquilo e destacar a força que a palavra tem naqueles que captam o sentido das entrelinhas.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
sábado, 28 de dezembro de 2013
Comece agora
Bom dia, QUERIDOS e QUERIDAS!
Encontrei este poema perdido em páginas amareladas pelo escarro do tempo, reescrevo-o com os meus desejos de que comecem a planejar o 2014 através de ma visão mágica, plena de paz e esperanças, mas faça-o com entusiasmo e alegria.
COMECE AGORA
A amar.
A pensar melhor.
A fazer algo de bom.
A estudar mais.
A trabalhar com propósito.
A respeitar a si mesmo.
A diminuir o ódio.
A exterminar com a injustiça.
A semear virtudes.
A pensar para falar.
A fazer algo para ajudar.
A observar a vida nos mínimos detalhes.
A compreender mais.
A acreditar em si mesmo.
A realizar sem esperar.
A adquirir princípios.
A dizer a verdade.
A aprender a falar e calar.
A gostar de crianças.
A respeitar os velhos.
A viver o presente.
A esquecer o mal.
A propagar o bem.
A respeitar a natureza.
A condoer-se com a dor alheia.
A semear virtudes.
A pensar para falar.
A fazer algo para ajudar.
A observar a vida nos mínimos detalhes.
A compreender mais.
A acreditar em si mesmo.
A realizar sem esperar.
A adquirir princípios.
A dizer a verdade.
A aprender a falar e calar.
A gostar de crianças.
A respeitar os velhos.
A viver o presente.
A esquecer o mal.
A propagar o bem.
A respeitar a natureza.
A condoer-se com a dor alheia.
A ouvir e compreender.
A não ser vulgar.
A ser simples e leal.
A ser simples e leal.
A gostar da vida.
A ser, acima de tudo, gente!
A pensar para acertar.
A calar para resistir.
A agir para vencer.
A ser, acima de tudo, gente!
A pensar para acertar.
A calar para resistir.
A agir para vencer.
Um excelente último fim de semana de 2013, o pior ano de toda a minha vida.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
"Um olhar atrás da cortina".
MISTÉRIO para iniciar a semana
Quem estaria perseguindo a moça misteriosa que desejava viver intensamente a vida e não o conseguia?
Leiam o início do conto.
Da face da moça, nascia uma ânsia incontida de viver mais, amar mais, sofrer mais, chorar mais e, como se desterrado de um fundo sem fundo, desabotoava-se, da boca sedenta de beijos, um inusitado desejo de sorrir mais. E sorria. Sem motivo, sem graça nenhuma, sem ter ouvido nenhum som, eco que fosse. De início, um leve roçar da boca nos dentes. Bem de mansinho, apenas um sorriso levemente esboçado. Depois, espichando os lábios, abria-se a boca por inteiro. Num crescente, ia se avolumando, ganhando graça como se mil palhaços contassem, em uníssono, mil anedotas valendo-se de mil palavras. Sem pressa, o sorriso ia se contorcendo em novas aberturas de boca. Dos olhos, jorravam faíscas de remorso e alegria, que se misturavam, retorciam-se e, da negritude cintilante das pupilas, saltitavam pequenas gotas transformadas em pérolas puras, intocadas, virginais. Do espichar de lábios ao sorriso, o som já, há muito, transformara-se em estridente gargalhada. De antes, puro gozo. De felicidade ou infortúnio talvez. Pelo singelo prazer de um rir sem graça. Ou rir da própria dor, da solidão, do remorso que a queimava como o fogo.
Numa lufada de tempo, num dia sem tempo, assim, perdido no nada, o riso de gozo e a manifestação da alegria foram se misturando à dor de não saber por que ria. O sorriso, o riso, a gargalhada, as lágrimas de pura euforia mudaram-se, remexendo um mistério bem embutido no cérebro e se transformaram num grito de dor. Os olhos plenos de luz deram-se conta de que o dia não amanhecera. Havia chegado à estação da dúvida e da realidade. O real e o palpável a andavam seguindo. Dia e noite. Noite e dia. Implacáveis. Desmesurados. Impiedosos. Os dias e as noites tinham sobre ela o mesmo poder de uma fera ferida. Impotente por estar ferida. Perigosa por ser fera. Junto à fuga da luz da manhã e do surgimento da noite, um estranho medo em si se apossava. Miudinho na chegada. De terror, ao simples ecoar de passos ecoando atrás dela.
Para saberem quem perseguia uma linda moça perdida na noite, leiam o meu livro de contos "O inquietante perfume de cravos". Agora com preço especial para ser ofertado aos amigos secretos como presente de NATAL.
Da face da moça, nascia uma ânsia incontida de viver mais, amar mais, sofrer mais, chorar mais e, como se desterrado de um fundo sem fundo, desabotoava-se, da boca sedenta de beijos, um inusitado desejo de sorrir mais. E sorria. Sem motivo, sem graça nenhuma, sem ter ouvido nenhum som, eco que fosse. De início, um leve roçar da boca nos dentes. Bem de mansinho, apenas um sorriso levemente esboçado. Depois, espichando os lábios, abria-se a boca por inteiro. Num crescente, ia se avolumando, ganhando graça como se mil palhaços contassem, em uníssono, mil anedotas valendo-se de mil palavras. Sem pressa, o sorriso ia se contorcendo em novas aberturas de boca. Dos olhos, jorravam faíscas de remorso e alegria, que se misturavam, retorciam-se e, da negritude cintilante das pupilas, saltitavam pequenas gotas transformadas em pérolas puras, intocadas, virginais. Do espichar de lábios ao sorriso, o som já, há muito, transformara-se em estridente gargalhada. De antes, puro gozo. De felicidade ou infortúnio talvez. Pelo singelo prazer de um rir sem graça. Ou rir da própria dor, da solidão, do remorso que a queimava como o fogo.
Numa lufada de tempo, num dia sem tempo, assim, perdido no nada, o riso de gozo e a manifestação da alegria foram se misturando à dor de não saber por que ria. O sorriso, o riso, a gargalhada, as lágrimas de pura euforia mudaram-se, remexendo um mistério bem embutido no cérebro e se transformaram num grito de dor. Os olhos plenos de luz deram-se conta de que o dia não amanhecera. Havia chegado à estação da dúvida e da realidade. O real e o palpável a andavam seguindo. Dia e noite. Noite e dia. Implacáveis. Desmesurados. Impiedosos. Os dias e as noites tinham sobre ela o mesmo poder de uma fera ferida. Impotente por estar ferida. Perigosa por ser fera. Junto à fuga da luz da manhã e do surgimento da noite, um estranho medo em si se apossava. Miudinho na chegada. De terror, ao simples ecoar de passos ecoando atrás dela.
Para saberem quem perseguia uma linda moça perdida na noite, leiam o meu livro de contos "O inquietante perfume de cravos". Agora com preço especial para ser ofertado aos amigos secretos como presente de NATAL.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Presenteie com livros neste Natal
Olá, amigos e amigas do meu coração!
Hoje o dia amanheceu com jeito de criança chorona com olhar cheios de olhos jorrando piedade. Essa é uma das muitas frases retiradas de meu livro, “O inquietante perfume de cravos”. Adoro escrevertextos que elevam o astral dos leitores. Hoje, porém, amanheci melancólica como o dia. Estou um pouco triste também com o descaso dos governantes e da sociedade em geral com a educação e com a cultura do país. Professores mal pagos e desestimulados, escolas se depreciando, alunos desinteressados e fugindo” dos estudos escancaram, com intensa visibilidade, esse caos. Grandes editoras gaúchas deslocam-se para outros estados porque, aqui, ninguém investe mais em livros. Os leitores mínguam, os governantes não adquirem mais obra nenhuma para distribuir às escolas, como incentivo à leitura de seus alunos. Prática intensa em passado não muito remoto. Estarrecida, pergunto-me: o que posso fazer para dar a minha contribuição para a solvência de tão graves problemas? Escrevendo.
Em Zero hora, dezenas de artigos meus abordando esse tema já foram publicados. Neles, aponto os erros e mostro soluções para melhorias significativas no campo educacional, embasada na minha longa dedicação à docência. Quanto à cultura, procurei dar a minha contribuição, escrevendo um livro de contos, “O inquietante perfume de cravos”, em que abordo todas as temáticas, que envolvem as relações humanas, as tragédias pessoais, os sonhos, as desilusões, o amor, o desamor, as perdas e os ganhos, as vitórias e as derrotas, a superação e a tragédia, o preconceito e a aceitação. Para vender o meu livro, precisei colocar os exemplares “embaixo do braço” e oferecê-lo de porta em porta, ligar para os amigos, visitá-los em suas casas, senão...
Minha tristeza surgiu de uma constatação: as pessoas acham muito barato um vestido de muitos reais, um sapato de duzentos e poucos, uma bijuteria de cento e picos, um perfume pago em dólares ou euros. O consumidor não acha nada caro, desde que não envolva livros. Segundo uma conhecida escritora local, “as pessoas querem ganhar os livros da gente. Comprar? Nem pensar”. Achei que era exagero dela. Será?
Resolvi, embasada nesse desabafo, fazer uma BOA promoção para incentivar as pessoas de BOM coração de minha cidade a adquirirem livros e oferecerem-nos, como presente natalino, às amizades e aos afetos. Até como um brinde adicional ao lindo presente que, certamente, vão ofertar a eles.
Logo, logo, revelarei, em primeira mão e aqui, essa tentativa de sensibilizar o povo de minha cidade, a TERRA DOS POETAS e os amigos que residem em outros pagos a se engajarem nessa cruzada cultural. Quem sabe o espírito natalino abra neles o gosto pela leitura e desperte-lhes o prazer de presentearem alguém com um mimo bonito e barato: “O inquietante perfume de cravos”.
Hoje o dia amanheceu com jeito de criança chorona com olhar cheios de olhos jorrando piedade. Essa é uma das muitas frases retiradas de meu livro, “O inquietante perfume de cravos”. Adoro escrevertextos que elevam o astral dos leitores. Hoje, porém, amanheci melancólica como o dia. Estou um pouco triste também com o descaso dos governantes e da sociedade em geral com a educação e com a cultura do país. Professores mal pagos e desestimulados, escolas se depreciando, alunos desinteressados e fugindo” dos estudos escancaram, com intensa visibilidade, esse caos. Grandes editoras gaúchas deslocam-se para outros estados porque, aqui, ninguém investe mais em livros. Os leitores mínguam, os governantes não adquirem mais obra nenhuma para distribuir às escolas, como incentivo à leitura de seus alunos. Prática intensa em passado não muito remoto. Estarrecida, pergunto-me: o que posso fazer para dar a minha contribuição para a solvência de tão graves problemas? Escrevendo.
Em Zero hora, dezenas de artigos meus abordando esse tema já foram publicados. Neles, aponto os erros e mostro soluções para melhorias significativas no campo educacional, embasada na minha longa dedicação à docência. Quanto à cultura, procurei dar a minha contribuição, escrevendo um livro de contos, “O inquietante perfume de cravos”, em que abordo todas as temáticas, que envolvem as relações humanas, as tragédias pessoais, os sonhos, as desilusões, o amor, o desamor, as perdas e os ganhos, as vitórias e as derrotas, a superação e a tragédia, o preconceito e a aceitação. Para vender o meu livro, precisei colocar os exemplares “embaixo do braço” e oferecê-lo de porta em porta, ligar para os amigos, visitá-los em suas casas, senão...
Minha tristeza surgiu de uma constatação: as pessoas acham muito barato um vestido de muitos reais, um sapato de duzentos e poucos, uma bijuteria de cento e picos, um perfume pago em dólares ou euros. O consumidor não acha nada caro, desde que não envolva livros. Segundo uma conhecida escritora local, “as pessoas querem ganhar os livros da gente. Comprar? Nem pensar”. Achei que era exagero dela. Será?
Resolvi, embasada nesse desabafo, fazer uma BOA promoção para incentivar as pessoas de BOM coração de minha cidade a adquirirem livros e oferecerem-nos, como presente natalino, às amizades e aos afetos. Até como um brinde adicional ao lindo presente que, certamente, vão ofertar a eles.
Logo, logo, revelarei, em primeira mão e aqui, essa tentativa de sensibilizar o povo de minha cidade, a TERRA DOS POETAS e os amigos que residem em outros pagos a se engajarem nessa cruzada cultural. Quem sabe o espírito natalino abra neles o gosto pela leitura e desperte-lhes o prazer de presentearem alguém com um mimo bonito e barato: “O inquietante perfume de cravos”.
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