Adoro fotos deslumbrantes. Sempre que tenho tempo, dou uma "voadinha " pela web para encontrar imagens lindas. Espero que gostem destas.
Palavras ao Vento é fruto de uma necessidade interior de corrigir deslizes orais ou escritos, presenciados no cotidiano; mostrar a urgência de se fazer da educação prioridade nacional; discorrer sobre trivialidades, mostrando o porquê disso ou daquilo e destacar a força que a palavra tem naqueles que captam o sentido das entrelinhas.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Os lagos mais lindos do mundo
Adoro fotos deslumbrantes. Sempre que tenho tempo, dou uma "voadinha " pela web para encontrar imagens lindas. Espero que gostem destas.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
As mais belas fotos de montanhas - reeditado
Montanha ou monte (do latim montanea, de mons, montis) é um acidente geográfico. A uma sequência de montanhas chama-se cordilheira. Uma montanha tem imponência e altitude superiores a uma colina, embora não exista uma altitude específica para essa diferenciação. Assim, cada autoridade no assunto assume valores convenientes, embora a montanha seja tipicamente escarpada, de grande inclinação e com sobreposição de relevos.
A superfície do planeta Terra é 24% montanhosa; 10% da população mundial vive em terreno montanhoso. A maior parte dos grandes rios nascem em montanhas.
Elas se destacam por apresentar altitudes superiores às das regiões vizinhas. As montanhas mais elevadas resultam de dobramentos, isto é, de forças internas que provocaram enormes dobras nas rochas.
Tanto nos continentes como nos oceanos, existem montanhas de dobramentos. São as montanhas jovens ou típicas, que se formaram no período Terciário. Podemos citar como montanhas de dobramentos: os Alpes, na Europa, os Andes, na América do Sul, as montanhas rochosas da América do Norte e o Himalaia, na Ásia. As montanhas mais velhas e mais baixas também são resultados de dobramentos, mas foram muito erodidas e, consequente rebaixadas ao longo dos anos.
Existem outros tipos de montanhas: as montanhas vulcânicas, originárias de vulcões, e as montanhas constituídas por blocos falhados, isto é, por áreas que sofreram dobramentos e rupturas ou falhas nas rochas, tendo uma parte ficado erguida acima da outra.
O ponto culminante de uma montanha é denominado cume ou pico.
A superfície do planeta Terra é 24% montanhosa; 10% da população mundial vive em terreno montanhoso. A maior parte dos grandes rios nascem em montanhas.
Elas se destacam por apresentar altitudes superiores às das regiões vizinhas. As montanhas mais elevadas resultam de dobramentos, isto é, de forças internas que provocaram enormes dobras nas rochas.
Tanto nos continentes como nos oceanos, existem montanhas de dobramentos. São as montanhas jovens ou típicas, que se formaram no período Terciário. Podemos citar como montanhas de dobramentos: os Alpes, na Europa, os Andes, na América do Sul, as montanhas rochosas da América do Norte e o Himalaia, na Ásia. As montanhas mais velhas e mais baixas também são resultados de dobramentos, mas foram muito erodidas e, consequente rebaixadas ao longo dos anos.
Existem outros tipos de montanhas: as montanhas vulcânicas, originárias de vulcões, e as montanhas constituídas por blocos falhados, isto é, por áreas que sofreram dobramentos e rupturas ou falhas nas rochas, tendo uma parte ficado erguida acima da outra.
O ponto culminante de uma montanha é denominado cume ou pico.
Fonte: Wikipédia
terça-feira, 8 de maio de 2012
Velha, eu?
Já aconteceu de você, ao olhar pessoas da mesma idade que a sua, pensar: - não posso estar assim tão velho (a)?
Veja o que conta uma amiga:
- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava pendurado na parede.
Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto que tinha esse mesmo nome. Era da minha classe do colegial, uns 30 anos atrás e eu me perguntava:
"- poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?”
Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Esse homem grisalho, quase calvo, gordo, profundamente enrugado, era demasiadamente velho e desgastado pra ter sido o meu amor secreto.
Depois que ele examinou os meus dentes, perguntei-lhe se ele estudou no Colégio Sacré Coeur.
- Sim, respondeu-me.
- Quando se formou? - perguntei.
- 1965. Por que esta pergunta?
- É que... Bem... Você era da minha classe, eu exclamei.
E então esse velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho da puta... Lazarento, esclerosado, perguntou-me:
- A senhora era professora de quê?
Se o espelho falasse...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Um elogio às avessas
Quando fui fazer a minha nova carteira de identidade, cuja finalidade era uma viagem a Buenos Aires, houve uma falha no sistema, por isso, perdi os aprontes. Para sair bem na foto, penteei-me e me pintei com esmero. Estava bem, como dizem os cavalheiros para não melindrar o inquirido. Ao buscar o RG no dia aprazado, fui informada de que deveria fazer tudo de novo, inclusive aquela malfadada foto instantânea das repartições públicas relacionadas à confecção de documentos.
Sem tempo para grandes investimentos pessoais, visto que viajaríamos no fim da mesma semana em que a falha ocorreu, decidi refazer a carteira naquele momento. Para quê! Quando fui buscar o documento novo, a pessoa que o entregou para mim, um ex-aluno, olhou-me, fixamente, dizendo: Professora, esta não é a senhora! Vamos fazer outra carteira? Ri muito e o aluno também porque, realmente, aquela imagem estranha era o lado bruxa que nem eu conhecia. Ainda rindo muito, perguntei-lhe se alguém saía bem naquele tipo de foto. Resposta: Nem a Gisele Bünchen!
Não queria sair na fotografia com a mesma cara que eu tinha aos 16 anos (como na foto acima), mas, aparecer num documento tão importante como ao RG com cara de bandida, isso não mereço. Será que essas maquinetinhas fazem questão de igualar os fotografados aos mais temidos meliantes?
Como não dava mais tempo para fazer outro documento, aceitei o RG com uma mulher “que não era eu”. Quando me apresentei para o embarque no aeroporto, ao lhe alcançar a carteira de identidade, o atendente olhou-me atentamente. Retornou o olhar para a foto da CI e se saiu com isto: Desculpe, senhora, mas vou ter que confrontar a sua assinatura. Essa não é a senhora!
Naquele momento, acreditei que eram verdadeiros os elogios das pessoas ao me encontrarem com novo corte de cabelos e óculos novos. Uma boa repaginada no visual transforma uma bruxa quase numa rainha. O reverso também é verdadeiro. Foi, justamente, ao me deparar com a foto horrível da CI, que decidi mudar o visual. Para melhor, é claro! (Escondo a nova RG como o Drácula se esconde da cruz e dos alhos).
Acredito, piamente, que só é feia a mulher que não usa dos artifícios que o mundo da cosmética oferece e não faz um bom corte de cabelos realizado por mãos de fada como a Débora, uma cabeleireira espetacular, de origem uruguaia, (descoberta por minha filha Daniella) e a quem confio para dar uma melhorada no "contexto".
quinta-feira, 3 de maio de 2012
O sucesso dos outros faz mal?
Existem problemas que se escondem nas entrelinhas do convívio social, transformando os observadores em juízes e algozes. Quem não conhece pessoas que perdem momentos preciosos de suas existências contemplando uma época que jamais retornará e amargam os dias na busca das memórias e dos momentos perdidos como se o amanhã não existisse. Convive-se com outras que se recusam a enfrentar a vida que eclode além de seus refúgios, verdadeiros claustros e perdem o privilégio de disputar com o sol a riqueza das sombras. Preferem se ensimesmar dentro de frágeis casulos, olhando a vida através da transparência de suas janelas, a abrir-se para os incontáveis encantos oferecidos pela natureza.
Há homens e mulheres que, ao se depararem com o sucesso dos outros, destilam sobre eles palavras ácidas como fel e se detêm em falhas, mesmo que esporadicamente cometidas, com a mordaz intenção de eclipsarem a grandeza do feito. Com tal atitude, parece que só têm olhos para enxergar o lado mais feio das pessoas e dos trabalhos que executam. Só visam aos erros delas sem, no entanto, encantar-se com a beleza que emana das coisas, das criaturas e de todo o legado deixado por elas. A esse tipo de seres só se pode dedicar comiseração e indiferença por serem as mais cruéis sensações na gradação da efetividade. Imagina-se, com isso, que devem se sentir ainda mais infelizes porque somente quem tem um sentimento em escala tão inferior como o ressentimento e a inveja é capaz de se contentar com a compaixão. Esses seres ultrapassam os limites da convivência e se envolvem na análise da vulnerabilidade dos que lhes são próximos, extrapolando nas críticas do que inadvertidamente não deu certo, ou não saiu exatamente como o planejado.
As vítimas de sua cólera podem acertar muitas vezes, mas basta o menor, talvez um único deslize para que, ante um olhar deturpado ou intencional, falhas se agigantem. Um imperceptível erro pode se transformar, na visão distorcida daqueles, em grande falta a qual fazem questão de relembrar para jamais a esquecerem. A intolerância com o sucesso alheio, muitas vezes, revela-se em atitudes inaceitáveis como a detração do vitorioso através de calúnias ou de palavras depreciativas. O imprescindível a ser exercitado é jamais fazerem coisas das quais venham a se arrepender. Ao cometerem injustiças, deveriam demonstrar seu desconforto no momento em que se derem conta disso. Nessas ocasiões, é conveniente se colocarem no lugar dos criticados, questionando se fariam melhor ou de outra forma mais interessante. Antes de lançarem desastradas críticas ou destilarem–lhes o veneno, precisam abrir as janelas da alma para praticar o que alimenta os mais sábios: se as palavras valem prata, o silêncio vale ouro. Portanto, se não existe nada de bom ou de construtivo a dizer sobre alguém, é muito mais compensador não dizerem absolutamente nada.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Com alma de Maria Bethânia
Ontem, à tarde, assisti a um documentário com Maria Bethânia, “Música é perfume”, lindo como se, a cada palavra articulada, a cada música cantada por essa divinal cantora, fosse o evolar-se de um perfume das mais puras essências. Por isso amanheci com alma de Bethânia. Os vídeos, que posto abaixo, traduzem um pouco do que é essa intérprete magistral. Amo Bethânia! Amo Nana Caimmy!
terça-feira, 1 de maio de 2012
As tulipas da Holanda - reeditado
Os jardins do Keukenhof Garden, em Amsterdã, na Holanda, possuem mais de sete milhões de flores, formando caminhos perfumados de diversas cores. Este ano, o jardim completa 62 anos, e segue sendo local de inspiração, relaxamento, romance, entre tantas outras coisas que merecem um cenário espetacularmente bonito, como um pedido de casamento.
No site do Jardim, divulga-se que este é o local mais fotografado do mundo. Exagero ou não, se você for para lá, leve alguns filmes extras. Além das flores, são mais de 100 esculturas e outras obras de arte, praças bem cuidadas, moinhos de vento, fontes em formato de flores e lagos em que é possível passear de barco. Dá para criar um álbum de fotos precioso.
No século 15, a área pertencia à Jacqueline de Wittelsbach, Condessa da Holanda. Ela usava as terras para caça, e seus cozinheiros coletavam ervas no local, daí o nome: a palavra holandesa ‘Keukenhof’ quer dizer ‘jardim da cozinha’. O projeto original para o jardim ao redor do castelo foi criado pelo arquiteto Zocher e a primeira exibição de flores foi realizada em 1949.
Além do mais, o parque é grande e mesmo em dias de muito movimento dá para andar por lá e se impressionar com a quantidade e beleza das flores. Cerca de 7 milhões de bulbos são plantados anualmente. Além das tulipas (que são maravilhosas e algumas enormes) há também outras flores.
Os jardins são plantados por diferentes expositores e há alguns que mostram as “tendências” na jardinagem. Além disto, há alguns pavilhões com arranjos, restaurantes e lojas de souvenir.
Outra atração imperdível está fora do parque. Os campos de tulipa são de uma beleza e cor indescritíveis. As fotos acima mostram uma pequena parte. É literalmente um “mar de tulipas”.
Um bom jeito de localizar os campos mais próximos, é subindo no moinho que fica dentro do parque. É possível alugar bicicletas e seguir alguns roteiros (que variam de 5km a 25km) para visitar os campos.
Há várias maneiras de se chegar ao Keukenhof usando transporte público. Saindo de Amsterdam, a mais rápida parece ser pegar o “Keukenhof-Express”, um ônibus que sai do aeroporto Schipol e vai direto para o parque. O ônibus, mais o ingresso para o parque saem por 18 euros.
Assistam aos vídeos abaixo e, depois, escutem Mantovani e orquestra. Tenho certeza de que ficarão motivados a visitar a Holanda.
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