Palavras ao Vento é fruto de uma necessidade interior de corrigir deslizes orais ou escritos, presenciados no cotidiano; mostrar a urgência de se fazer da educação prioridade nacional; discorrer sobre trivialidades, mostrando o porquê disso ou daquilo e destacar a força que a palavra tem naqueles que captam o sentido das entrelinhas.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Para refletir
"A vida sempre nos ensina, mas nem sempre a gente aprende" (Gilberto von Hügel).
" A vida não está amarrada com um laço, mas ainda assim é um presente" (Regina Brett)
"Não viva para que sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida" (Bob Marley)
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O aluno, o desempenho do professor e a meritocracia
Mudanças no sistema avaliativo do desempenho docente calcam-se na constatação de que o ensino ministrado em escolas gaúchas apresenta resultados pífios. Constitui-se como entrave à aprendizagem ao conservar ideias ultrapassadas, transferidas de uma geração para outra, como itens desmotivadores, porque os elementos constitutivos do ensinoaprendizagem centralizam-se nos conteúdos, desconsiderando os reais interesses do aluno.
Urge que os educadores repensem o ato de ensinar, visem ao aprofundamento de metodologias integradas e harmônicas e abandonem ações imediatistas e paliativas. Devem procurar dar base à educação que se centralize no aluno, franqueando-lhe a descoberta da realidade circundante, (transformando um ambiente onde se mantém sentado, muito ouve e pouco opina) para que ocorram transformações pessoais, na estrutura política e na moralidade do país.
Diante de indefinições, que direção e corpo docente não esperem soluções vindas do governo. Precisam, sim, redefinir valores educativos para aperfeiçoá-los, redescobrindo novos caminhos, adaptando conteúdos a serem ministrados ao tipo de cidadão que querem formar, preparando-o para evidenciar criticamente o desempenho que dele esperam. Em espaço renovado, não deve existir o centralizador do saber, mas círculos de cultura, cujos objetivos sejam o aluno e o seu crescimento cultural.
A ideia de educação permanente não é novidade. O novel é torná-la elemento comum e acessível a todos, em que a escola deixe de ser lugar privilegiado, restrito à transmissão de conhecimentos que, devido às mutabilidades rápidas demais, não permitem ao educador inteirar-se integralmente deles. Assim, se a escola não tiver como função exclusiva o ato de ministrar conteúdos, sobrará espaço para conceber, informar, exercitar o indivíduo para o conhecimento amplo, responsável por um futuro melhor dele e do espaço onde atua. Para isso, museus, teatros, cinemas, academias de desporto, dentre outros precisam ser mais bem utilizados para atividades coletivas com vistas a ações em que o professor não seja apenas o propagador do saber e use também recursos midiáticos e situações de vida.
A educação permanente e de qualidade compelirá o professor a pesquisar, a redefinir técnicas e métodos pedagógicos adaptáveis a um processo educativo voltado para o desenvolvimento da autonomia, da criatividade, da criticidade, da incorporação de princípios novos, da reestruturação de informes recebidos e acumulados em que o aluno possa ser visto como uma pessoa inteira, cujo ajustamento e desenvolver sociais sejam tão importantes quanto os conteúdos disciplinares. É preciso ainda que o professor conserve e realimente, na práxis atual, o mesmo entusiasmo e o prazer que sentiu quando lecionou pela primeira vez. Para tal, a meritocracia não poderá contribuir?
domingo, 23 de outubro de 2011
A vida e as cartas de pôquer
Todas as vezes que leio as manchetes de jornais denunciando (não seria melhor avisando?) todo tipo de corrupção no Brasil fico vermelha de raiva. O rosto se consome num calor de indignação, de vontade de voltar no tempo, ao útero de minha mãe, de lá fugir com o embrião de meu pai para nascer em outro país.
A Finlândia seria a pátria que escolheria para viver a vida que tanto sonhei. Lá não há corrupção. O governo dá prioridade à educação de seu povo. O lema dos governantes em quaisquer esferas é: Faço o meu povo FELIZ!”.
Nascer no Brasil é quase um ato de tira-sorte ou busca-azar.
Hoje, vou contar aqui um relato fantástico que ouvi em palestra proferida pelo notável professor Celso Antunes:
“Quando nascemos, cada um de nós recebe cinco cartas para começar como no pôquer:
Primeira: Nascemos num determinado lugar.
Segunda: nascemos de determinada cor.
Terceira: nascemos numa família pobre, classe média ou rica.
Quarta: nascemos com pouca ou muita inteligência.
Quinta carta? Ah! A quinta é a carta que a vida nos dá. É a carta da sorte ou do azar.
É a mais importante de todas. Ela pode contrabalançar todas as cartas ruins. Pode ser decisiva para a pessoa vencer na vida.
Já imaginaram quem nasce brasileiro, negro e burro? Vai precisar de muita sorte para vencer na vida.
Não sabemos como será o amanhã. Sabemos apenas que terá a forma que o educador lhe atribuir.“
É no que todos os professores deveriam pensar! E agir...
Nascer no Brasil é quase um ato de tira-sorte ou busca-azar.
Hoje, vou contar aqui um relato fantástico que ouvi em palestra proferida pelo notável professor Celso Antunes:
“Quando nascemos, cada um de nós recebe cinco cartas para começar como no pôquer:
Primeira: Nascemos num determinado lugar.
Segunda: nascemos de determinada cor.
Terceira: nascemos numa família pobre, classe média ou rica.
Quarta: nascemos com pouca ou muita inteligência.
Quinta carta? Ah! A quinta é a carta que a vida nos dá. É a carta da sorte ou do azar.
É a mais importante de todas. Ela pode contrabalançar todas as cartas ruins. Pode ser decisiva para a pessoa vencer na vida.
Já imaginaram quem nasce brasileiro, negro e burro? Vai precisar de muita sorte para vencer na vida.
Não sabemos como será o amanhã. Sabemos apenas que terá a forma que o educador lhe atribuir.“
É no que todos os professores deveriam pensar! E agir...
sábado, 22 de outubro de 2011
Campanha publicitária do Citibank
É para ler e refletir.
Campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors:
Campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors:
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar:
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
E para terminar:
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Olha eu na ZERO HORA! De novo, OBA!
Amigos, mais um artigo meu foi publicado em Zero Hora. Está na página 20 com o título: "As bases sociológicas da educação". Como sempre, não fui eu que vi , de antemão, o meu artigo. Foi a Marli, o meu Anjo Número Um. Embora o jornal tenha chegado, hoje, bem cedo, aqui em casa temos um estranho hábito: O César Augusto lê o jornal do dia e eu, o do dia anterior. Como inicia a leitura pela crônica do Paulo Sant'Ana, de trás para a frente, não vira o meu artigo.
Outro fato estranho: escrevo os artigos mateando e ouvindo algum comentário ou crítica feita por meu marido. Saio"do ar" e dedilho os textinhos que são publicados em ZH. "As bases sociológicas da educação" foi inspirada neste comentário feito por ele: "Como a sociedade maltrata os professores. Pouca gente se manifesta nesse seu dia."
Um prato cheio para minha inspiração. Isso será um dom ou é fruto de muita leitura? Só posso afirmar que tenho facilidade para escrever a qualquer hora e sobre qualquer tema...
Uma certeza tenho: é indescritível a minha felicidade quando ZERO HORA publica o que escrevo.
As bases sociológicas da educação
Eis o meu artigo, publicado em ZERO HORA de hoje:
As raras demonstrações de apreço dispensadas ao professor em 15 de outubro, pela mídia e representantes da sociedade, induzem a questionar os reais motivos de tanto desinteresse. É mister que se analisem as bases sociológicas da educação, visto que, na estrutura conservadora e dissociada da realidade em que é concebida, amalgamam-se o contexto social, político, econômico, religioso e cultural num todo hegemônico. Encontram-se, de forma desconexa, irreal e inautêntica, inovações e desenvolvimento à maneira de aparelho registrador coletivo. Concebidas sem consultar os envolvidos, as diretrizes educacionais são aplicadas com o intuito de oficializar o pensar social, a vivificação do presente, estabelecendo vínculos que transitam pelo passado, encadeando-o com o hoje e o amanhã como se fosse o elo capaz de desobstruir a realidade.
A proposta educativa às vezes se transforma em estrangulamento de qualquer processo desenvolvimentista, social ou individual. Ao sintetizar o pensar de dirigentes, se oriunda de cima para baixo, eclode como forma de desajuste entre imposições do sistema e a realidade a ser vivenciada pelo estudante, porque o aluno interfere de maneira restrita ou quase nula em mudanças sociais, já que o mundo da escola é universo subjacente que rompe e ignora a ingerência do homem. A educação é tida como uma forma de comportamento em que o estudante deve acatar o que lhe é imposto, ao invés de ser seu foco maior de interesse.
Conclui-se que o sistema de ensino resume-se a um conjunto burocratizante de conceitos, técnicas, metodologias, objetivos vários e enorme vontade em acertar por parte dos professores. Serve ainda como gerador de conflitos, empecilho de ações qualitativas, propenso à erradicação do conformismo, da acomodação e do alienamento de jovens. Surge disso uma educação desenraizada do contexto ao ignorar os anseios de seus integrantes enquanto deveria buscar aperfeiçoá-los visando a mudanças. Aliado a outras instituições, o ato de educar torna-se um aparelho ideológico, embora o professor não o perceba, ao insistir em tratar a todos por igual, quando o próprio estrato social se diversifica, já que para alguns estudantes o ensino é privilégio, para tantos, as escolas são válidas enquanto distribuem alimentos.
Os envolvidos no processo de desenvolvimento social devem verificar se os cursos de formação de professores preparam-nos para desempenhar suas funções com competência. Para mudar, precisam buscar respostas longe dos gabinetes, ouvir os jovens, sondar-lhes os anseios, analisar o comportamento das crianças, cujas capacidades intelectuais são irremediavelmente danificadas pelas privações e desestímulos do meio onde vivem. Sem envolvimento social e mudanças em ações docentes, nem remuneração justa aos professores poderá melhorar a qualidade da educação.
Artigo publicado em ZERO HORA, em 21 de outubro de 2011, pág. 20
A proposta educativa às vezes se transforma em estrangulamento de qualquer processo desenvolvimentista, social ou individual. Ao sintetizar o pensar de dirigentes, se oriunda de cima para baixo, eclode como forma de desajuste entre imposições do sistema e a realidade a ser vivenciada pelo estudante, porque o aluno interfere de maneira restrita ou quase nula em mudanças sociais, já que o mundo da escola é universo subjacente que rompe e ignora a ingerência do homem. A educação é tida como uma forma de comportamento em que o estudante deve acatar o que lhe é imposto, ao invés de ser seu foco maior de interesse.
Conclui-se que o sistema de ensino resume-se a um conjunto burocratizante de conceitos, técnicas, metodologias, objetivos vários e enorme vontade em acertar por parte dos professores. Serve ainda como gerador de conflitos, empecilho de ações qualitativas, propenso à erradicação do conformismo, da acomodação e do alienamento de jovens. Surge disso uma educação desenraizada do contexto ao ignorar os anseios de seus integrantes enquanto deveria buscar aperfeiçoá-los visando a mudanças. Aliado a outras instituições, o ato de educar torna-se um aparelho ideológico, embora o professor não o perceba, ao insistir em tratar a todos por igual, quando o próprio estrato social se diversifica, já que para alguns estudantes o ensino é privilégio, para tantos, as escolas são válidas enquanto distribuem alimentos.
Os envolvidos no processo de desenvolvimento social devem verificar se os cursos de formação de professores preparam-nos para desempenhar suas funções com competência. Para mudar, precisam buscar respostas longe dos gabinetes, ouvir os jovens, sondar-lhes os anseios, analisar o comportamento das crianças, cujas capacidades intelectuais são irremediavelmente danificadas pelas privações e desestímulos do meio onde vivem. Sem envolvimento social e mudanças em ações docentes, nem remuneração justa aos professores poderá melhorar a qualidade da educação.
Artigo publicado em ZERO HORA, em 21 de outubro de 2011, pág. 20
Flores para um anjo que não troca I por E
Sem tempo para fazer uma boa crônica, reedito esta:
Depois que descobri a magia que é navegar pelo mundo eletrônico e virtual, parece que fiz dele o "bode expiatório" para amenizar a responsabilidade com que tenho passado pela vida como professora de Português.
Depois que descobri a magia que é navegar pelo mundo eletrônico e virtual, parece que fiz dele o "bode expiatório" para amenizar a responsabilidade com que tenho passado pela vida como professora de Português.
Atuando, recai sobre mim todo o peso do cargo: fico antenadíssima nas palavras que articulo ou concretizo através da escrita. Já neste mundinho de faz de conta, "solto a franga", "desvisto o meu pretinho básico", calço a sandalinha rasteira e dou uma folga para a intelectualidade escrita. Quero dizer, escrevo coisas aqui e, raramente, releio. Significa que tenho cometido cada GAFE...
Sorte minha! Tenho uma amiga, que além de real, é também virtual. Amiga de verdade que não quer me ver "de saia justa" e deseja que eu continue" fazendo bonito" neste blog.
É tão atenta a Marli, nascida Gieseler e Girelli por "acidente" (recebeu esse sobrenome do maridão!)! Repetindo: é tão atenta a minha amiga e "puxadora de orelha" que parece ter olhos até nos dedos. Nota tudo, tudinho mesmo, especialmente, o que posto errado. Ao contrário de mim, distraída "de carteirinha" dia e noite. Inclusive, sou tão desligada que até o meu fiel marido (pelo menos é em que acredito), o grande Cesar Augusto, (o meu; não o de Roma) poderia ter "dado os seus pulinhos" com a minha melhor amiga, na minha própria cama e a desligadinha aqui nem sentiria o perfume dela, se é que usaria perfume...
Todo esse blá blá blá para dizer que a amiga puxa-orelha me deu um "flagra" daqueles. Sempre ensinei a meus alunos a usarem certos recursos mnemônicos (palavra chiquérrima!) para "não serem pegos de calças curtas" na hora de escrever ou falar . Agora, plagiando o grande Édison de Oliveira: "todo mundo tem dúvidas, inclusive você", reconheço que errei, vou continuar errando, porque sou distraída e humana...
Pois a "muletinha", (não é a amiga revisora, é o macete que citei acima), tem me dado tombaços várias vezes. Na última queda, esqueci de me amparar nela,(não na amiga; na muletinha) na hora em que fui digitar ADQUIRIR. Sabem que coloquei um "I", um izinho só e a minha "consciência virtual'', nominada Marli G. G., notou? Viva ela! Morra eu!
Havia me esquecido do macete sobre o I: Se ADIVINHAR ganha um I, ADQUIRIR empresta ele para o Ivo. E nesta outra muletaça: ensinava às minhas "crianças" que incipiente e insipiente pareciam irmãos siameses, exceto a diferença gráfica simbolizada pelo c e o s. Para não usarem a palavra de forma errada, deveriam fazer o seguinte paralelo:
IniCiar lembra Começo, iníCio, iniCiante, pois. Já inSipiente lembra Sem Sabedoria, pois, pois como dizem os portugas. Não é que a "lesada" aqui trocou a coisa?
Disse a Marli que o insipiente com S era Sábio. Nossa! Fiz uma troca de 180°, porque, na verdade, INSIPIENTE quer dizer IGNORANTE.
Mais esta: para os meus discípulos memorizarem, ensinava que "enquanto o indígEna se agarra no E, o aborígIne se flecha com I". Não é que troquei a ordem das palavras e cometi mais um deslize escrito? E não é só isso... Troco, engulo, dobro letras...O que seria de mim sem meu Anjo Número Um?
Para esses meus "desvarios virtuais" servem, muito bem , os velhos e bem-humorados ditados populares: "Em casa de ferreiro, espeto de pau" e "façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço".
Para homenagear a minha revisora virtual e anjo da guarda deste blog, a MGG, ofereço flores, porque sempre deixam perfume em mãos que as oferecem.
Ah! E como o Blogger me deu uma escanteada, nem o meu Anjo Número Dois consegue fazer os seus adoráveis e sempre incentivadores comentários.
Ah! E como o Blogger me deu uma escanteada, nem o meu Anjo Número Dois consegue fazer os seus adoráveis e sempre incentivadores comentários.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Não é para RIREM...
E esta?
Vocês sabem qual é a diferença entre o Fernandinho Beira-Mar e o Sarney, o Orlando Silva, o Palocci, a Marta Suplicy, o Lula e essa cambada toda?
Só o primeiro não usa gravata e nem saia!
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